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sábado, 10 de dezembro de 2016

As safadezas do Lula

Quer saber um pouco mais sobre as safadezas do ex-presidente Lula? Então, leia isto > Lula enriqueceu com tráfico de influência no governo Dilma, diz MP
Ele certamente dirá: "É tudo mentira! Não sei, não participei de nada disto!"

Galeria de Amigos: METRI e ELZA NICOLAU

Metri (in memoriam) e Elza, casal queridíssimo, exemplo de muito amor conjugal.
O casamento que durou mais de 60 anos

Papa compara consumo de notícias falsas com comer fezes

O papa Francisco comparou os meios de comunicação que divulgam rumores sem fundamento e escândalos falsos com as pessoas que têm uma fixação sexual com os excrementos. Jorge Mario Bergoglio acrescentou que consumir notícias falsas é como comer fezes e lamentou o aumento da “desinformação” e sua possível influência nas eleições presidenciais dos EUA.

“A desinformação é provavelmente o maior pecado que um meio de comunicação pode cometer, porque dirige a opinião pública e uma direção única e omite parte da verdade”, observou em uma entrevista para a publicação belga Tertio, publicada na quarta-feira (07). O pontífice instou os veículos de comunicação a fazerem um jornalismo mais claro, transparente e a não cair na coprofilia, a atração pelo fecal.

“Os jornalistas se arriscam a contrair a doença da coprofilia e, assim, fomentar a coprofagia (consumo de fezes), que é um pecado que afeta homens e mulheres”, disse ele ao jornal La Stampa um ano antes de ter sido eleito como líder maior da Igreja Católica.

Folha de SP é o jornal mais lido do país, diz pesquisa

A Folha é o jornal impresso mais usado como fonte de informação para 32% dos participantes da pesquisa Consumo de Notícias do Brasileiro, realizada em parceria entre a Advice Comunicação Corporativa e a BonusQuest.

Foram ouvidas 1.111 pessoas em todo país em novembro. A pesquisa foi feita por meio de questionários aplicados via o aplicativo BonusQuest, e-mail e pelas redes sociais.

Em seguida, entre os jornais, os pesquisados citaram "O Globo", com 20%, e "O Estado de S. Paulo", com 15%.

Os jornais, no formato impresso ou on-line, são citados por 82% dos entrevistados como fonte de informação. Desses, 46% confiam frequentemente nas notícias que leem nesses veículos.

Quando questionados sobre a forma preferida de informação, os pesquisados indicaram os portais de notícias em primeiro lugar, com 28% de preferência, seguido pelos jornais on-line, escolhido por 26% das pessoas. A terceira forma preferida para informação dos brasileiros é a TV (22%), seguida das redes sociais (14%), rádio (4%), jornais impressos (3%), aplicativos de conversa (2%) e revistas (1%).

Ayres Britto diz que desobediência de liminar por Renan foi 'afronta' ao STF

Ayres Britto
O gesto do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) de não acolher a decisão liminar do ministro da Corte, Marco Aurélio Mello, que ordenava o seu afastamento do cargo, foi uma "afronta" aos poderes do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira o ex-ministro Carlos Ayres Britto. Segundo ele, o não cumprimento de uma ordem judicial foi o que houve de mais grave e lamentável no episódio que arranhou a imagem tanto do Judiciário quanto do Legislativo.

“No ambito dos poderes quem fala por ultimo é o Judiciário. E no âmbiuto do Judiciário quem fala por ultimo é o Supremo”, disse ele nesta sexta-feira, 9, logo após participar de um seminário em São Paulo. Ayres Brito foi ministro do Supremo entre os anos de 2003 e 2010.

“O que houve de mais lamentável neste episódio foi exatamente essa recusa de cumprir a decisão do ministro Marco Aurélio, porque não há hierarquia entre decisão monocrática, decisão judicial monocrática, decisão de turma e decisão judicial de pleno, num tribunal. As três modalidades de decisão gozam da mesma força impositiva. E deixar de cumprir a liminar do ministro Marco Aurélio me soou afrontoso da autoridade do Supremo”, afirmou

Para o ex-ministro, a Mesa Diretora não tem competência para descumprir uma ordem judicial e sua recusa, segundo ele, foi um “nada jurídico”. “A Constituição não hipotetisa, por nenhum modo, esse tipo de descumprimento de uma ordem judicial”, disse. Segundo ele, o certo seria acolher para posteriormente recorrer da decisão. “O recurso é no pressuposto do cumprimento”.

Renan, no entanto, apresentou recurso ao Supremo mesmo sem ter recebido o oficial de Justiça que foi à residência oficial do presidente do Senado e ao Congresso lhe entregar a intimação. O gesto foi apoiado pela Mesa Diretora, que decidiu aguardar a manifestação do Pleno do STF usando o argumento que a liminar sobre o afastamento se tratava de uma decisão monocrática.

Ayres Britto observa que a atitude de Renan e da Mesa Diretora do Senado está prevista na Constituição como crimes de desobediência a ordem judicial, prevaricação e obstrução ao funcionamento da Justiça, a depender da interpretação. Ele, no entanto, esquivou-se de dizer se o Supremo deveria expedir ordem de prisão contra os senadores. “Há quem diga isso também”, disse.

Em relação ao posterior julgamento do plenário do Supremo, que por 6 votos a 3 decidiu pelo não afastamento de Renan, Ayres Britto afirmou que tanto Marco Aurélio quanto os demais ministros decidiram de forma técnica e com base em fundamentos da Constituição.

“Numa Constituição cheia de princípios como a nossa e tão materialmente espandida, o equacionamento jurídico por vezes é entre o certo e o certo. A decisão do Ministro Marco Aurélio tinha fundamento na Constituição e ele explicitou. A decisão do ministro Celso de Mello, que inaugurou a divergência, também tinha fundamento na Consituição e ele explicitou”, disse.

Segundo ele, quando se está diante de um dilema “entre o certo e o certo”, a decisão que deve precalecer é aquela “que tem a força de imprimir à Constituição maiores ganhos de funcionalidade sistêmica”. Na opinião do ex-ministro, a liminar do ministro Marco Aurélio é a que reúne esta característica.

O ministro descartou a possibilidade de ter havido um acordo jurídico para que o plenário da Corte encerrasse a crise institucional causada pela liminar. “Não acredito (em acordo). Nos meus quase 10 anos nunca vi nada de acordo com outros membros de poder. Cada ministro votou de acordo com sua convicção pessoal. Não houve decisão política. Todo mundo decidiu tecnicamente”, disse. Segundo o ministro, um “genérico e abstrato” como o constitucional é passível a mais de uma interpretação.

Alegria! O Senhor está próximo!

Por Cardeal Orani Tempesta
Este terceiro domingo do Advento tem um tema predominante: a alegria provocada pela proximidade da celebração da primeira vinda do Senhor. Por isso, a cor rosácea, que pode ser usada como um roxo atenuado. Alegrai-vos (Gaudete!) – convida-nos a liturgia, inspirando-se nas palavras do Apóstolo: “Alegrai-vos sempre no Senhor. De novo eu vos digo: alegrai-vos! O Senhor está perto!” (Fl 4,4s). O mundo vive carente da verdadeira alegria! Os textos bíblicos do III Domingo do Advento são um convite muito forte a alegria, porque o Senhor, que esperamos, já está conosco e com Ele preparamos o Advento do seu Reino.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Dia da Criança Especial Imagem

Leitorado

"Os veículos de comunicação (rádios, jornal e televisões) da família Barbalho estão ´dando corda` para que o funcionalismo público e sindicatos façam greve, façam manifestações contra os governos Jatene e Zenaldo Coutinho. Esquecem que muitos dos outros Estados e Prefeituras do país, estão parcelando e até mesmo não pagando salários de seus servidores, ao contrário do Governo do Pará e Prefeitura de Belém, que estão honrando os seus compromissos. Por interesse político, os Barbalho torcem pelo pior, mas não conseguirão jamais o seu intento, ou seja, eleger o Helder, governador. Trabalhadores da Prefeitura e do Governo, repudiem esta atitude barbalhista. Peço que outros blogs publiquem esta minha manifestação."
(Sandro G. Moreira - funcionário público municipal)

Caso Renan x STF

O início de tudo
Na véspera do julgamento do caso Renan, o ministro Celso de Mello pediu reunião com a presidente do STF, Cármen Lúcia. Em vez de marcar hora para recebê-lo, ela surpreendeu, indo ao gabinete dele.
Atitude de decano
Ao decidir falar antes dos demais, no julgamento do caso Renan, Celso de Mello exerceu a condição de decano – e liderança – como nunca tinha feito antes, arrebatando os que ainda estavam indecisos.
(Fonte: Claudio Humberto)

Prefeito se recusa a cumprir liminar citando desobediência de Renan

 
Faz escola a atitude do presidente do Senado, Renan Calheiros, recusando-se a ser notificado da decisão judicial que o afastava do cargo. Ontem (8), foi a vez do prefeito de Barreiras (BA), Antônio Henrique de Souza Moreira (foto), desafiar a Justiça baiana se recusando a cumprir uma liminar.

A medida foi solicitada à Justiça pelo sindicato dos servidores, para obrigar a prefeitura a descontar dos salários e repassar à entidade 1% do valor de toda folha salarial. Esse percentual corresponde ao chamado “imposto sindical”, que torna essas entidades milionárias.
 O prefeito citou o caso do senador Renan Calheiros para alegar que também vai descumprir a medida liminar.

Carmélia da Mata, presidente do sindicato, acusa o prefeito de suspender o desconto nos salários dos servidores, assim como o repasse à entidade, “de forma arbitrária e perseguidora”.

Dilma é escolhida como uma das mulheres do ano

A presidente deposta Dilma Rousseff foi escolhida como uma das 'mulheres do ano' pelo jornal britânico Financial Times.
Ela aparece na lista ao lado de personalidades como a primeira-ministra britânica Theresa May, a ginasta olímpica norte-americana Simone Biles, a cantora Beyoncé e a ex-candidata democrata à presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton.
A lista das mulheres do ano foi publicada em uma edição especial do veículo de economia, que se propõe a "celebrar as conquistas das mulheres, e registrar seus fracassos".

O nome de Dilma está em 4º lugar, atrás de Theresa May, Simone Biles e da empresária chinesa Didi Chuxing. Hillary Clinton aparece em 10º lugar. Confira aqui a lista.

No site "O Antagonista" 
Mulher do ano - A Coréia do Sul acabou de aprovar o impeachment de sua presidente, acusada de comandar um esquema de propinas. No ano que vem, ela certamente será eleita "mulher do ano" pelo Financial Times.

Temer programa viagem a Belém

O presidente Michel Temer decidiu ceder à pressão de assessores e aliados e adotar uma agenda de viagens para o Norte e Nordeste, considerados redutos eleitorais petistas.

Nesta sexta-feira (9), por exemplo, o presidente visitará o Pernambuco e o Ceará. No primeiro, irá priorizar cidades pequenas e, em Fortaleza, fará uma agenda fechada, dentro de um centro de treinamento, onde pousará de helicóptero. Na semana que vem, há uma programação para que ele faça viagem a Belém e ao Piauí, onde pela primeira vez participará de solenidade de entrega de unidades do Minha Casa, Minha Vida, programa criado pelo governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Clonando Pensamento

(...) "Um dos principais alvos das manifestações anticorrupção do último domingo, o peemedebista Renan Calheiros parece dotado de infinita capacidade de sobrevivência. De um modo que espantosamente confirma seu poder político, o Supremo assegurou-lhe a intocabilidade de que desfruta." 
(Editorial da Folha de SP, aqui >Salvou-se)

A correção necessária

Editorial - Estadão
(...) A decisão monocrática tomada por Marco Aurélio colocou o STF em uma enrascada. Sua liminar atabalhoada – para dizer o mínimo – obrigou o colegiado a decidir por um entre dois caminhos igualmente desgastantes para a instituição máxima do Poder Judiciário. A decisão mais fácil, sob o estrito ponto de vista da Corte, seria o plenário referendar na íntegra a esdrúxula liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio na segunda-feira passada e manter a destituição de Renan Calheiros da presidência do Senado. Caso assim decidisse, o Supremo satisfaria grande parte da opinião pública – “Fora, Renan” foi um dos principais motes das manifestações ocorridas no último domingo –, tornaria a Corte popular ante o imbróglio institucional em que o País foi metido e ainda evitaria a construção da imagem de um tribunal fraco e desmoralizado, uma Suprema Corte que se ajoelha diante da petulância de um autocrata. Mas isso significaria corroborar um absurdo. 

O grande manifesto em defesa da Justiça

STF. Foto: Divulgação
Quase 700 promotores de Justiça, procuradores da República e juízes divulgaram ontem, 8, manifesto contra ‘ataques’ ao Ministério Público e à magistratura. Os 677 que subscrevem o documento atribuem as hostilidades ‘àqueles a quem interessa o enfraquecimento’ destas instituições. Em 8 de dezembro comemora-se o Dia da Justiça.

É o maior manifesto, com adesão do maior volume de promotores e juízes, já tornado público pelos profissionais da área desde que iniciativas no Congresso põem em risco suas atividades.

“A sociedade brasileira tem assistido reiteradas tentativas de desmonte das instituições responsáveis pela investigação, punição e repressão dos malfeitos à Constituição e à lei”, alerta o documento.

“A força de um País é medida pela estabilidade e solidez de suas instituições. Colocar em risco o bom funcionamento dos órgãos de controle significa ameaçar o desenvolvimento e o progresso do Brasil. Por isso, não assistiremos, em silêncio, manobras pouco republicanas adotadas com o indisfarçado propósito de satisfazer interesses pessoais. Tampouco nos deixaremos intimidar pelos ataques feitos contra garantias indispensáveis ao bom exercício de nossas funções.”

O documento não cita nomes de quem busca enfraquecer o Ministério Público e a magistratura, mas faz alusão às iniciativas no Congresso que teriam como pano de fundo objetivo de intimidar promotores e juízes.

“Os ataques feitos contra o Ministério Público e a magistratura nacional partem daqueles a quem interessa o enfraquecimento de nossas instituições”, diz o manifesto ’em defesa do Sistema de Justiça brasileiro’.

“Os acontecimentos que marcaram o cenário político nacional, nos últimos tempos, motivaram milhões de cidadãos e cidadãs a se mobilizar em prol do aprimoramento do sistema de combate à corrupção”, assinala o texto.

O manifesto diz que ‘o poder da ação, exercido pelos membros do Ministério Público, e o poder da decisão, exercido pelos membros da magistratura, são complementares e imprescindíveis ao combate do crime e da corrupção’.

“Independência e liberdade são ferramentas necessárias ao exercício democrático desses poderes. Comprometimento e coragem são os atributos que aprendemos a desenvolver em nossas lutas diárias, exercendo nossas funções em cada canto do Brasil, desde a menor cidade do interior até a maior
capital. Nesse dia 8 de dezembro de 2016, dia da Justiça Brasileira, temos muito o que comemorar. Com seriedade, serenidade e firmeza, continuaremos a desempenhar nosso trabalho. Temos a esperança de que, assim, daremos nossa contribuição para a mudança de velhos hábitos e mentalidades do Brasil, em prol da construção de um novo País.”
Mais aqui >Associação de oficiais de justiça critica conduta de presidente do Senado

Após manter cargo, Renan desiste de pautar projeto de abuso de autoridade

Após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de manter Renan Calheiros (PMDB-AL) na presidência do Senado, o peemedebista desistiu de colocar o projeto que atualiza a lei de abuso de autoridade em votação no plenário. Apesar de ter assegurado que o Senado não vai apreciar o tema este ano, Renan não quer recuar ou parecer derrotado, e vai manter o texto na pauta em caráter de urgência.

Principal defensor da proposta, Renan havia incluído o projeto no calendário da Casa há cerca de um mês com previsão de que fosse votado na terça-feira, 6. Ele chegou a realizar debates sobre o tema no plenário com a participação de membros do Judiciário, como o juiz Sergio Moro, e do ministro Gilmar Mendes. Os planos mudaram, entretanto, depois de o ministro Marco Aurélio Mello decidir afastá-lo do cargo no início da semana.

Para tentar apaziguar as relações do Legislativo e Judiciário, o peemedebista deve simplesmente "esquecer" o projeto até o fim do seu mandato, em fevereiro. Na prática, a urgência do projeto não significa que ele precisa ser votado imediatamente. Atualmente, há outras 31 matérias com a mesma característica que dependem de vontade política. Manter a urgência, por outro lado, também deixa o peemedebista com uma carta na manga.

Renan negou que tenha sido costurado um acordo com o Judiciário para adiar a votação do projeto. “Sinceramente, o que você imagina? Que é possível fazer acordo com o Supremo Tribunal Federal. Isso é um desrespeito ao Poder", afirmou.

Ele disse ainda que a urgência de uma votação é decisão dos líderes partidários, e não do presidente. O peemedebista considera que as "circunstâncias políticas" definirão as votações até a próxima quinta-feira, 15, data em que inicia o recesso parlamentar.

Requerimentos. Por causa da forte reação de magistrados, procuradores e da opinião pública contra a proposta, que consideram ser uma forma de retaliação aos investigadores responsáveis pela Operação Lava Jato, diversos parlamentares já consideravam que este não seria o momento adequado para votar a proposta. Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Álvaro Dias (PV-PR) apresentaram requerimentos para retirar a urgência da pauta.

Hoje, os senadores contrários à proposta se calaram diante de Renan, porque ninguém quer se indispor com o presidente, como é costume na Casa. Segundo a maioria dos líderes, o assunto já está resolvido e a urgência se tornou um "mero detalhe". Caiado afirmou que o seu requerimento, com mais de 40 assinaturas, está na mesa de votações e terá de ser apreciado caso o presidente decida votar o projeto.

Caiado recebeu orientações de seu correligionário, o senador José Agripino (DEM-RN), para não pressionar Renan no plenário. Para Agripino, a matéria "tem chance zero de ser apreciada" este ano. "Uma coisa é certa, o requerimento de urgência para este ano inexiste, precisando retirar urgência ou não, isso é um detalhe", declarou. Ele considera que a questão é "latente" e pode ser discutida "permanentemente".

Apelo. Relator da proposta, o senador Roberto Requião (PMDB-PR), fez um apelo no plenário para que a matéria seja apreciada. "Nosso foco é o abuso, não é a autoridade", disse. Ele também negou que tenha havido um acordo com os ministros do Supremo para que o projeto de abuso de autoridade não seja votado. "Não me consta que o Supremo Tribunal seja objeto de barganhas dessa natureza", declarou na tribuna.

Ele rebateu ainda as críticas de que é preciso mais tempo para apreciar a proposta, lembrando que o projeto tramita no Senado há sete anos, e que a lei está desatualizada desde a década de 1960. Requião afirmou que, mesmo que o projeto fosse aprovado no Senado este mês, a sua tramitação levaria pelo menos um ano, pois ainda teria que ser apreciado nas comissões e no plenário da Câmara, podendo voltar ao Senado.

Em seguida, Renan evitou se comprometer com a votação da matéria, mas elogiou Requião. "Mais uma vez, cumprimento a bravura, a coragem, o patriotismo do senador Roberto Requião e quero dizer-lhe que a satisfação com que a Casa o viu indicado relator dessa importantíssima matéria é a mesma, é de incondicional apoio", declarou o presidente do Senado.

STF dilapidou a própria credibilidade

Por Vera Magalhães - Estadão
O Supremo Tribunal Federal produziu deliberadamente o segundo “jeitinho” em menos de seis meses para responder a uma crise que não era constitucional, mas política. Ao agir dessa maneira, a corte máxima do país se apequena, e dá sinais de que está disposta a abrir mão da máxima segundo a qual, no arranjo institucional republicano, cabe ao Judiciário falar por último.

O decano da corte, Celso de Mello, visivelmente desconfortável com a missão que lhe coube, deu um voto que em nada lembra as decisões técnicas pelas quais se notabilizou. 

Conheça os principais pontos da reforma da Previdência

Quem entra e quem não entra nas novas regras
As novas regras valem tanto para servidores públicos e políticos, quanto para o setor privado. As Forças Armadas ficaram de fora da reforma. (1) Aposentadoria aos 65 anos de idade e 25 anos de contribuição (para ter direito ao benefício integral serão precisos 49 anos de contribuição). (2) Idade mínima vai aumentar à medida que a sobrevida (expectativa de vida depois dos 65 anos de idade) aumentar. Atualmente, é de 18 anos. De acordo com estimativas oficiais, haverá dois aumentos até 2060, o que elevará a idade mínima para 67 anos. Cada vez que a sobrevida aumentar um ano completo, a idade mínima também aumentará um ano. (3) Regra de transição: para homens com mais de 50 anos e mulheres com mais de 45 anos. Vai se aplicar um pedágio de 50% sobre o tempo de contribuição que falta seguindo a regra atual. Por exemplo: um homem que tenha 50 anos na data da promulgação da PEC e 34 anos de contribuição, teria que trabalhar apenas por mais um ano; com a regra de transição, será preciso contribuir por mais um ano e meio. 
 
Valor da aposentadoria
 
 O valor da aposentadoria corresponderá a 51% (cinquenta e um por cento) da média dos salários de contribuição, acrescidos de 1 (um) ponto porcentual dessa média para cada ano de contribuição considerado na concessão da aposentadoria, até o limite de 100%. O trabalhador com 65 anos de idade e 25 anos de tempo de contribuição terá a aposentadoria igual a 76% do seu salário de contribuição. Exemplo 51% da média de salários + 25 (um ponto por ano de contribuição) = 76% do salário de contribuição. Caso o segurado resolva trabalhar mais 5 anos esse valor será de 81%.

Fim da aposentadoria por tempo de contribuição 
Hoje, uma pessoa que tenha começado a trabalhar e contribuir com a Previdência cedo, entra na regra de aposentadoria por tempo de contribuição. No caso dos homens, o tempo mínimo de contribuição é de 35 anos, e para as mulheres, 30 anos. Professores entram como uma categoria à parte também: homens podem se aposentar depois de 30 anos de contribuição e mulheres, 25 anos. Se a reforma for aprovada, a aposentadoria por tempo de contribuição deixará de existir.
Rural
Trabalhadores rurais têm regras diferentes de aposentadoria nos moldes atuais. Pela nova regra, a idade mínima passa a ser de 65 anos para homens e mulheres com 25 anos de contribuição, no mínimo. Hoje homens se aposentam com 60 anos e mulheres, com 55 anos. O tempo mínimo de contribuição é de 15 anos para os inscritos após 25 de julho de 1991. Se começou a contribuir antes dessa data, são necessárias 144 contribuições.
Servidores públicos
Os servidores públicos da União, do Estado e município, que hoje têm regime de aposentadoria diferenciado, entrarão parcialmente nas novas regras da Previdência. No caso de servidores federais, só quem entrou a partir de 2013, quando criou-se o fundo de previdência complementar, entrará completamente nas novas regras. Além desses, os ocupantes exclusivamente de cargo em comissão, admitidos para cargo temporário, os que exercem mandato eletivo e empregados públicos (concursados admitidos pelo regime celetista). Quem entrou no serviço público até o fim de 2003, não cairá nas novas regras; e os que entraram entre 2004 e 2012 caírão nas regras de transição. Estes últimos poderão aposentar com 80% dos maiores salários da contribuição, não ficam sujeitos ao teto, mas obedecem às regras de idade mínima e tempo mínimo de contribuição. Com as exceções, significa que apenas 5,22% dos funcionários ativos (801,8 mil) terão aposentadoria dentro do teto do INSS, R$ 5.189. Já no caso de Estados e munícipios, o texto do governo prevê que os entes terão de criar fundos de previdência complementares e só então servidores entrarão na reforma da Previdência. Alguns Estados já têm esses fundos, como São Paulo e Bahia. 
Professores
Tanto o professor, como o segurado especial (rural) que tiverem 50 anos de idade ou mais, se homem, e 45 anos de idade ou mais, se mulher, poderão se aposentar com regras diferenciadas.
Invalidez
Não haverá diferença de cálculo entre as aposentadorias por incapacidade permanente para o trabalho decorrentes de doença grave, contagiosa ou incurável e as decorrentes de outras doenças incapacitantes, mas apenas para as decorrentes exclusivamente de acidente em serviço. Quando a incapacidade for decorrente de acidente em serviço, os proventos serão correspondentes a 100% da média das remunerações. O servidor não será aposentado por incapacidade permanente para o trabalho se puder ser submetido a processo de readaptação funcional para exercício de outro cargo.
Forças Armadas e Polícia Militar
A chamada aposentadoria especial continuará valendo para Forças Armadas, policiais e bombeiros militares. Segundo o governo alegou, cabe aos Estados definir se e como será feita a transição para as categorias. Depois de forte pressão desde que foi divulgado que ficariam de fora, o governo admiitiu que encaminharia para o Congresso um projeto de aposentadoria para as Forças Armadas, à parte da PEC, para tramitarem concomitantemente. Dentre as novas regras para Forças Armadas, estão em negociação o tempo de contribuição e pensão em caso de morte. O tempo de trabalho pode subir de 30 para 35 anos e mulheres beneficiárias da pensão dos militares podem passar a pagar os 11% recolhidos durante a atividade do militar para terem o direito à pensão.
Políticos
Os políticos que serão eleitos vão seguir as regras novas: idade mínima de 65 anos e 25 anos de contribuição para ter direito à aposentadoria. As regras de transição para os que já estão contribuindo para os planos de previdência vão ser diferentes dos demais trabalhadores. Cada Estado vai estabelecer as regras de transição. No caso de deputados e senadores, a regra de transição será proposta pelo próprio Legislativo.

Pensão por morte 
Pelas novas regras, haverá desvinculação do valor do benefício ao salário mínimo e vedação do acúmulo de duas pensões por morte, pelo beneficiário cônjuge ou companheiro, oriundas de qualquer regime previdenciário. O benefício terá um valor equivalente a uma cota familiar de 50% do valor da aposentadoria que o segurado recebia ou daquela a que teria direito se estivesse aposentado por incapacidade permanente, acrescida de 10% para cada dependente (mínimo de 60%), até o limite de 100%. Exemplo: Segurado aposentado, ao falecer, deixou mulher e dois filhos com direito ao recebimento do benefício de pensão por morte. O valor do benefício corresponderá a 80% do valor da aposentadoria que o segurado recebia ou daquela a que teria direito se estivesse aposentado por incapacidade permanente (50% acrescido de 3 cotas individuais de 10%). As regras de pagamento de pen~sao por morte a dependentes segurados que faleceram antes da reforma não mudam. Apenas as pensões decorrentes de óbito ocorrido a partir da promulgação da PEC serão calculadas pelas novas regras.

Familia Rural (2)

Cezário Torres, atendendo ao nosso pedido inserido na  postagem Família Rural acrescenta nomes de outras pessoas que trabalharam na Rádio Rural de Santarém e, com prazer, relacionamos abaixo:
Técnicos: Frei Benjamim, Rostand Malheiros, José Maria Lima e José Osmundo Andrade.

Locutores: Portilho Bentes, Raimundo Alfaia, Sebastião Torres, Eduardo Castro, Fernando Assunção, Sebastião Ferreira, Ferreira Pires, José Nogueira, Ranulfo, Fernando Bemerguy, Max do Amaral, Raimundo Benjamim, José Azevedo, Jubal Cabral e Olegário Mariano.

Controlistas: Afonso, Aluísio Melo, Paulo Dourado e Eric Colares.

Zeladores do estúdio central, onde tomavam conta dos dois grupos motores geradores de emergência:  Elpídio, Pedro e o Francisco Alves.

Cezário, agradecemos sua valiosa colaboração.

Capaf: Vende-se!

Deu no jornal O Liberal: "Clinica Lobo irá comprar o prédio da sede da Capaf". Se isto for mesmo concretizado, qual será o destino do dinheiro proveniente do negócio? Sem teto, a Capaf fará sua inscrição no programa "Minha Casa, Minha Vida"? São perguntas que os assistidos pela instituição fazem nos corredores das agências do BASA.