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sábado, 12 de março de 2011

Relembranças de um ´mocorongo` de coração - Manoel Barros Pereira

Fazendo alguma pesquisa no meu baú de lembranças, resgatei algumas reminiscências mocorongas – alguns detalhes de minha vida em Santarém – linda cidade ribeirinha, às margens do Tapajós em seu encontro com o Rio Amazonas:

ORIGEM: Oriundo de Quixadá – Ceará . Alistado como “soldado da borracha”.chegou meu pai a Belterra, com a família, em l942. Eu, com apenas 7 anos de idade. Moramos na Estrada Quatro, Vila Bode e Estrada Um.

ESTUDO: Primeiramente estudei numa escolinha da Vila Bode – tendo como professora dona Zinhoca – mãe do Laércio. Já em Santarém, concluí o Curso Primário Complementar, no Grupo Escolar Frei Ambrósio. Moramos na Travessa 2 de Junho – Bairro da Aldeia.

TRABALHO: Em 1952, trabalhei por algum tempo na fábrica de mosaicos dos portugueses Carlos Monteiro e Joaquim Duarte – este dono da Casa Curiboca. Fiz o Curso de Datilografia na escola da professora Anita Fonseca Campos. Foi este curso que facilitou o meu ingresso no serviço público federal. Fui admitido para trabalhar, como Auxiliar de Escritório no Posto Agropecuário de Santarém, na Serra Piquiatuba, que era dirigido pelo agrônomo Joaquim Rodrigues Lopes e, eventualmente, pelo técnico Lourival de Oliveira Câmara – o Arruda. Tinha por colega de trabalho o saudoso Marven Eliton Franklin – filho de Benjamin Franklin e Lilian Pits. Este era conhecido como “Beny” – popular catraeiro. Em 1967, mediante concurso público, fui nomeado Auxiliar Judiciário da Justiça do Trabalho da 8ª. Região. Lotado na JCJ de Santarém – Travessa Inácio Correa, 145. Trabalhei subordinado a Maria de Lourdes Matos Cercazin e, posteriormente, Teresa Calderaro Miléo Câmara. Na escala hierárquica superior, os meritíssimos juízes Reinaldo Teixeira Fernandes, Rider Nogueira de Brito, Vicente José Malheiros da Fonseca e Haroldo da Gama Alves. Colegas: Clodoaldo Maia de Andrade (pai do Juiz do Trabalho Jônatas Andrade), Euler Amaral de Souza, Cláudio Francisco dos Santos, João Brito e Alberto Diniz. Em 1973, fui nomeado Diretor de Secretaria da JCJ de Castanhal. Servi sob as ordens dos meritíssimos juízes Haroldo da Gama Alves e outros, até minha aposentadoria, em 1984. Daí, me mudei para Fortaleza, onde resido atualmente.

PARENTES E AMIGOS: Residem em Santarém: Maria e Rosimeire Andrade, Ray Ávila, Zélia Barros, Wilson Pereira, Juraci e Maysa Castro; em Belém – Mozart Machado Pereira, meu filho, que é funcionário do TRT da 8ª. Região.

AMIGOS DA JUVENTUDE: Pedro Paulo Aires de Matos, Sebastião Tapajós e Moacir Santos.

RECORDAÇÕES: Há muitas outras coisas a lembrar de Santarém, contudo, isso seria uma autoflagelação pois, como escreveu o poeta santareno – Maestro Isoca: “....se relembro os teus encantos, dos meus olhos descem prantos..... Recordar é sofrer mais....!

2 comentários:

  1. Meu caro Manoel Barros Pereira, com quem já me encontrei em Fortaleza. Bons tempos aqueles em Santarém e Castanhal. Manda notícias pelo Mozart. Eu também já estou aposentado mas continuo morando em Belém. Um grande abraço.

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  2. Olá, muito lindo o que você escreveu sobre o meu pai!! Gratidão!!

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