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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Sespa faz alerta a médicos

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) chama a atenção de médicos para o diagnóstico das doenças de inverno. A intenção é evitar que doenças graves, como meningite, dengue, leptospirose, hantavirose, febre amarela, hepatite aguda, doença de Chagas e leishmaniose possam ser confundidas com viroses. Febre, dor de cabeça e manchas pelo corpo são sintomas iniciais comuns de várias doenças infecciosas. Por isso, no período chuvoso, os médicos precisam estar mais atentos às queixas dos pacientes, enfatiza a secretaria.

De acordo com a Sespa, o diagnóstico deve ser feito inicialmente por meio da história do paciente e do exame físico. Por esse motivo, há a necessidade de o paciente contar tudo o que sente e o médico escutar e examinar o paciente atentamente para evitar equívocos.

Devido à gravidade, merecem maior preocupação as meningites bacterianas meningocócica, pneumocócica, tuberculosa e a causada pelo Haemophilus influenza, que acometem as membranas do sistema nervoso central, chamadas de meninges. Alguns desses agentes, como é o caso do Haemophilus tipo B, o Meningococo tipo C e o Pneumococo, podem ser evitados com vacinas que fazem parte do calendário básico de vacinação.

No Sistema Único de Saúde, o diagnóstico é feito na Unidade de Diagnóstico de Meningite (UDM) do Hospital Universitário João de Barros Barreto, em parceria com a Sespa. Todos os pacientes com suspeita de meningite devem ser encaminhados à UDM pelas unidades básicas de saúde e hospitais, inclusive privados, recomenda a Sespa.

Segundo a médica infectologista e diretora da UDM Maria José Leão Lima, a unidade é referência para todo o Estado. A diferença é que, quando necessário, o paciente do SUS fica internado no próprio Barros Barreto, enquanto os demais retornam para tratamento nas unidades de origem. A UDM atende, em média, 170 pacientes por mês, mas a tendência é que esse número aumente no período chuvoso.

Segundo a médica Maria José Lima, os médicos devem ficar atentos, especialmente em relação à meningite meningocócica, que, entre os sintomas, além de febre e dor de cabeça, tanto em criança como adulto, apresenta pequenas manchas arroxeadas, que, com o passar do tempo, se tornam maiores, bem diferentes das manchas vermelhas apresentadas em casos de dengue, doença que também causa febre e dor de cabeça, nos olhos, nos músculos e nas articulações.

A meningite é transmitida de pessoa para pessoa, por via aérea (tosse e gotas de saliva de uma pessoa contaminada para outra). Em crianças maiores e adultos, os principais sintomas são febre, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos, dor e enrijecimento da nuca e manchas pelo corpo. Em crianças de até 8 ou 9 meses, deve-se suspeitar da doença quando há febre, irritação ou agitação, vômitos e recusa alimentar, convulsões e moleira (parte superior do crânio) inchada. As principais medidas preventivas contra a meningite são as vacinas, manter a casa arejada e evitar aglomerações. (Amazônia)

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