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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Salvem a Praça da Matriz!!!

Nos dias de hoje, com certeza, o poeta Emir Bemerguy não encontraria inspiração ou motivo para escrever estes versos que foram musicados por Vicente Malheiros da Fonseca e transformados na bela marcha-rancho "Praça da Matriz", cantada por Ray Brito e outros talentosos interpretes da terra mocoronga:
"Ó velha Praça, pequenina e bela!
Ó minha amada Praça da Matriz!

Quanto segredo que me empolga ainda

Cada cantinho desses teus me diz!

(...) Os benjamins simétricos...
As flores...

E a minha Praça guarda, entre esplendores,

Pedaços coloridos de uma vida.

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Junto com as fotos acima, enviadas a este blog, um leitor que se identifica como ´Tristonho`, comenta: "Ercio, dá pena! É uma vergonha o que estão fazendo com a Praça da Matriz. Os benjamins estão morrendo, os hippies, imundos e fedorentos tomaram conta do coreto e dos bancos; os marreteiros, vendedores de redes e outros produtos enchem os espaços com suas mercadorias e nem varrem os locais que ocupam. Senhores Vereadores: não sejam omissos, denunciem, peçam providências ao prefeito Nélio Aguiar para eliminar este descaso com o citado logradouro que é a ´cara de Santarém`."

No site O Antogonista

Os piores nomes
Gilmar Mendes merece uma estátua. Ao impedir a posse de Lula na Casa Civil, ele salvou a Lava Jato e o Brasil. Desde o impeachment de Dilma Rousseff, porém, ele vem atacando o trabalho dos procuradores que investigam o PSDB. Por esse motivo, ele é a pessoa errada para relatar a Lava Jato. Pior do que ele, só os petistas Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski. O novo relator da Lava Jato quase certamente será um deles, escolhido por sorteio. Demos azar.

Trump demite secretária de Justiça que questionou decreto sobre imigração

O presidente dos EUA, Donald Trump, demitiu ontem (30) a secretária de Justiça em exercício, Sally Yates. Horas antes, ela havia rejeitado defender nos tribunais o decreto presidencial que proíbe a entrada nos EUA de cidadãos de sete países. Em seu lugar, Trump nomeou Dana Boente, que afirmou imediatamente que cumprirá as ordens do presidente. Em um comunicado da Casa Branca, o presidente diz que Yates "traiu" a administração.

“Eu sou responsável por assegurar que as posições que adotamos nos tribunais se mantenham consistentes com a obrigação solene desta instituição de sempre buscar a Justiça e defender o que é certo”, escreveu Yates, indicada por Barack Obama, em carta a funcionários do Departamento de Justiça. “Neste momento, não estou convencida de que a defesa desse decreto é consistente com essas responsabilidades, nem estou convencida de que a ordem é legal.”

A posição será certamente revista por Jeff Session, secretário de Justiça nomeado por Trump, que deverá assumir o cargo nesta semana. Ainda assim, as declarações de Yates minaram ainda mais a credibilidade de uma medida elaborada e implementada às pressas, sem consulta a agências encarregadas de checar a legalidade de atos governamentais.

O número de ações judiciais contra o decreto cresce a cada dia e já há decisões que suspendem sua aplicação de maneira parcial. Ontem, procuradores-gerais de 16 Estados anunciaram que questionarão a medida. Enquanto Yates estiver no cargo, o governo federal não atuará para defendê-la.

O decreto bloqueou a entrada no país por 90 dias de cidadãos de sete países de maioria islâmica e interrompeu o recebimento de refugiados de todo o mundo por 120 dias. O programa para os sírios que fogem da guerra civil foi suspenso de maneira indefinida.

O porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, disse que a intenção de Trump foi estar “à frente da curva” na tentativa de evitar ameaças terroristas aos EUA. “Não sabemos quando nossa hora vai chegar. Não sabemos quando um indivíduo vem para nos atacar”, afirmou. “O presidente não vai esperar, ele está ficando à frente das ameaças. A chave é não esperar até que algo aconteça.”

Mas um número crescente de críticos afirma que a decisão terá o efeito oposto, por reforçar a narrativa de grupos extremistas de que os EUA estão em guerra contra o Islã e dificultar a colaboração com países de maioria muçulmana que lutam contra o Estado Islâmico.

Dissidência.
Em outro episódio que mostrou a insatisfação de funcionários de carreira, diplomatas do Departamento de Estado alertaram ontem para os riscos do decreto em documento apresentado por um canal que permite a manifestação de divergências em relação a posições oficiais do governo. Segundo eles, uma política que fecha as portas do país para mais de 200 milhões de pessoas não vai tornar o país mais seguro. Além disso, o decreto aumentará a hostilidade em relação aos EUA e prejudicará a relação com aliados na luta contra o terrorismo, ressaltaram.

“Quase um terço da população combinada desses países são crianças com menos de 15 anos de idade; não há dúvida de que a sua percepção dos EUA será influenciada por esse veto”, sustentaram os diplomatas, segundo trecho do documento obtido pela CNN. Imediatamente, Spicer respondeu: “Esses burocratas de carreira têm um problema com isso? Ou aceitam o programa ou podem ir embora”, disse o porta-voz de Trump.

Em sua primeira manifestação pública desde sua saída do governo, Obama criticou a discriminação de pessoas com base em sua fé ou religião e afirmou que os valores americanos estão em jogo.

O SITE Intel Group, que monitora a ação de extremistas na internet, disse que jihadistas já usam o veto de Trump como instrumento de propaganda e se referem à medida como uma prova de que os EUA professam o ódio contra os muçulmanos.

Estudo do conservador Instituto Cato afirmou que refugiados e imigrantes de países de maioria muçulmana não constituem uma séria ameaça à segurança dos EUA. Segundo a entidade, a probabilidade de alguém ser assassinado por um refugiado nos EUA é de 1 em 3,64 bilhões.


Eike obteve ganho bilionário nos governos do PT

Os governos do PT abriram os cofres para financiar projetos do ex-bilionário Eike Batista, preso nesta segunda-feira (30) no Rio. Até 2013, ainda no primeiro governo Dilma, o BNDES beneficiou ao menos onze empresas do “Grupo EBX”, de Eike, num total de R$10,4 bilhões em financiamentos diretos. Outros negócios possibilitados pelos governos Lula e Dilma podem ter rendido ao menos R$20 bilhões ao empresário. ** Eike ainda contava com as lorotas da cúpula do BNDES para explicar o dinheiro fácil, definindo os ativos da EBX como “sólidos e valiosos”. ** O BNDES também utilizou recursos do FAT, o Fundo de Amparo ao Trabalhador, para bancar as aventuras de Eike Batista. ** Lula se utilizou do jatinho de Eike em viagens, e Dilma visitou a EBX, quando em discurso disse que o empresário é “orgulho do Brasil”. ** A ordem para financiar as aventuras de Eike com dinheiro público saía do Planalto, nos governos do PT, apesar dos sinais da derrocada.
Fonte: Claudio Humberto

Eike simboliza o país em ruínas

A imagem de Eike Batista de cabeça raspada, vestindo roupa de presidiário, sendo conduzido para Bangu, é o retrato mais cruel de um Brasil fracassado. O empresário foi o símbolo mais portentoso do país que dá certo. Incensado pela mídia e pelos poderosos, tornou-se o modelo de sucesso a ser perseguido por pessoas de várias gerações. Esse Eike foi construído num período em que o Brasil crescia a taxas expressivas e ganhava a fama de nova potência econômica. Nada mais falso.

A ligação entre Eike e o país foi tão forte que ruíram juntos. O Brasil, nos governos petistas, optou por políticas populistas para estimular o crescimento. Incentivou o endividamento das famílias, gastou recursos públicos como se os cofres da União não tivessem fundo, construiu um sistema de poder sustentado por um esquema de corrupção sem precedentes e, para arrematar, elegeu um grupo de poucos empresários que seriam agraciados com linhas de crédito a juros camaradas, desde, é claro, que se dispusessem a pagar gordas propinas. Eike era a estrela mais reluzente dos campeões nacionais.

A farsa durou muito. Lula conseguiu a reeleição e ainda fez sua sucessora, Dilma Rousseff. Eike, conhecido até então por desfilar nas colunas sociais acompanhado de belas modelos, entre elas, Luma de Oliveira, com quem casaria, chegou ao posto de sétimo homem mais rico do planeta. Se o país tivesse qualquer problema, lá aparecia ele, Eike Batista, para apresentar as soluções. À medida que surgia como salvador da pátria, mais o empresário engordava o patrimônio. Bastava lançar uma empresa com a letra X e vender as ações em bolsas de valores para multiplicar a conta-corrente.

Assim como o modelo de crescimento do país se esgotou, o sonho de grandeza de Eike se desfez. O Brasil afundou na recessão e no desemprego e o empresário viu seu patrimônio virar pó — na verdade, o patrimônio daqueles que acreditaram no vendedor de ilusões, pois ele, Eike, continuou desfrutando de boa vida. Afinal, azar de quem acreditou na sua lábia convincente e no sonho de um país melhor, menos desigual, com oportunidades para todos.

Na cela que ocupa desde ontem em Bangu 9, Eike terá tempo de sobra para refletir e dar sua verdadeira contribuição ao país. Sem os confetes da mídia e dos bajuladores de plantão, poderá abrir todo o esquema de corrupção que sustentou para enganar multidões e surrupiar os cofres públicos. Não há como dissociar o empresário do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que, por vários anos, irrigou o caixa das companhias do grupo X.

Tudo indica que Eike está disposto a falar. Antes de ser preso, ele disse, no aeroporto de Nova York, que o Brasil que está nascendo agora será muito melhor. Afirmou que o trabalho realizado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público é “espetacular”. Ele sabe que, atrás das grades, muito distante do glamour que sempre ostentou, não há espaço para blefes. O Eike presidiário virou uma ameaça real para os poderosos, os quais, sem constrangimento, ele comprou. (No Blog do Vicente - Correio Braziliense)

Eike careca. Você vibrou, amigo? Vamos falar a respeito?

Por Reinaldo Azevedo, em seu blog
Os justiceiros podem patrulhar à vontade. Essa gente que chega a cometer genocídio nos teclados e depois acarinha o cabelo do filho pode babar à vontade. Os que se deixam conduzir por demagogos e oportunistas podem disparar à vontade. O fato é que não vibro ao ver Eike Batista de cabeça raspada. Ele não está condenado. A prisão é preventiva. Em razão disso, nem ouvido foi ainda pela polícia. Será um dia. Quando? Não existe prazo para a preventiva no Brasil. Em tese, pode ser prisão perpétua.

Noto: entendo as alegações sanitárias para cortar cabelo e barba. Mas todo mundo sabe que não se trata disso. O que se busca mesmo é o ritual de humilhação, de sujeição. Sejamos um tanto condescendentes então: faz sentido que, simbolicamente, a pessoa se entregue ao poder do estado. O cabelo seria essa evidência simbólica. Mas esperem: isso se dá num ambiente em que os presídios são dominados por facções criminosas. Ora…

E não! Não escrevo isso por causa de Eike Batista, porque é “preso rico”. Já escrevi quinhentas vezes e escrevo de novo: também os “pobres de tão pretos e pretos de tão pobres” devem ter respeitada a sua dignidade — a dignidade de preso, ora!

Essa exposição de cabeças raspadas de Eike, de Sérgio Cabral, de qualquer outro tem objetivo catártico. Busca satisfazer a sede de vingança — porque ainda não é justiça — do povaréu. “Aí, filho da mãe, agora tá careca, né?”

Sendo verdade o que ainda nem é uma denúncia, o lugar de Eike é a cadeia. E também o de Sérgio Cabral. Mas eu repudio a indisciplina do estado brasileiro. Se este tivesse o domínio do sistema penitenciário; se os presos fossem tratados com a dignidade que se deve dispensar a… presos — que é diferente da nossa! —, então tais simbolismos poderiam fazer algum sentido.

Do modo como são as coisas, raspar a cabeça de um preso vira, sim, uma espécie de ritual: é o seu batismo para integrar a facção que domina o presídio em que está sendo detido. Não vai acontecer com Eike, é claro. Mas acontece com os pobres de tão pretos e pretos de tão pobres.

Prisão especial
Eike não tem curso universitário, situação em que o preso tem direito a prisão especial, conforme estabelece o Código de Processo Penal. A propósito: a Procuradoria-Geral da República recorreu a STF contra o dispositivo, alegando tratar-se de discriminação. A Advocacia-Geral da União defendeu a manutenção da distinção, o que foi endossado, e com acerto, pelo Supremo.

O ex-bilionário não concluiu o ensino superior na Alemanha. Sua defesa, no entanto, pede que lhe seja garantida cela apartada dos demais. Faz sentido?

Bem, ele foi transferido para Bangu 9, um presídio considerado relativamente calmo. Ainda assim, é evidente que tem de ser mantido apartado dos presos comuns. “Só porque ele é rico?” Não! Porque é evidente, é um elemento fático, que corre riscos adicionais sendo quem é, especialmente o de extorsão. E não há por que não temer por sua vida.

Ora, se o estado brasileiro decidiu prendê-lo, tem de garantir a sua segurança. E é isso o que digo sobre qualquer preso. De resto, esse mesmo estado diz que ele é útil à investigação, não? Sem segurança especial, seria um alvo múltiplo, inclusive de pessoas que eventualmente não querem que ele fale. É difícil de entender? Pode ser. Até por isso precisa ser dito: o direito penal, numa democracia, consagra os valores dessa democracia. Seu objetivo, seu desiderato, é a justiça, não a vingança. O direito penal tem de servir à civilização, não à barbárie.

Saiba o que de fato a Miss Universo ganha ao conquistar o título

Iris recebe a coroa da vencedora de 2016 do Miss Universo, a filipina Pia Alonzo Wurtzbach
Iris recebe a coroa da vencedora de 2016 do Miss Universo, a filipina Pia Alonzo Wurtzbach
Além da fama mundial instantânea e do direito de usar uma coroa com mais de 300 pedras preciosas com um valor estimado em US$ 300 mil (R$ 940,2 mil), o que de fato a francesa Iris Mittenaere, eleita na madrugada desta segunda-feira a nova Miss Universo, ganhou? Fundado em 1952 nos Estados Unidos, o Miss Universo é basicamente uma entrevista de emprego glamourosa, cuja conclusão resulta não somente na escolha da candidata com os melhores atributos físicos mas também naquela com mais capacidade para assumir uma atribulada agenda de eventos que deverá ocupar boa parte do tempo de Iris nos próximos 12 meses.
Há também muitas vantagens envolvidas, claro, a começar pelo fato de que ela será alocada em breve em um apartamento de luxo em Nova York, uma das cidades mais caras do mundo, onde deverá viver por um ano com todas as despesas pagas. Iris também terá um salário, cujo valor não é revelado, e receberá ainda um prêmio em dinheiro de US$ 20 mil (R$ 62,7 mil), antes de impostos. Ao vencer o Miss Universo, ela também se torna automaticamente cliente da agência WME IMG, a mesma que cuida das carreiras de famosos como Gisele Bündchen e o golfista Tiger Woods. A companhia comprou o concurso em 2015 de Donald Trump, quando o então candidato à Casa Branca resolveu se desfazer do negócio, visto como “pouco presidenciável” pelos assessores dele.

Entre as tarefas que Iris terá nos próximos meses, as mais comuns serão aparições públicas nos Estados Unidos e em outros países, onde ela vai conhecer pessoas de todos os tipos e tribos, inclusive gente disposta a contratá-la no futuro – estudante de odontologia, ela não pensa em abandonar a futura carreira de dentista.

Networking, aliás, é a maior vantagem que o “emprego” de Miss Universo traz, segundo várias outras misses, como Sylvia Hitchcock, que hoje desenvolve projetos de reciclagem e de produtos para economizar energia junto com o marido, que conheceu logo após vencer o Miss Universo de 1967.

Até janeiro de 2018, quando passará a coroa para sua sucessora, Iris terá a chance de fazer as conexões certas que definirão seu futuro. Se ela seguir os passos de Sylvia e da maioria de suas antecessoras, esse futuro provavelmente será bem longe dos holofotes e do universo da beleza. (Glamurama)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Capaf paga primeira parcela do Décimo Terceiro

Para alegria dos aposentados (eu sou um deles) e pensionistas da Caixa de Previdência e Assistência dos Funcionários do Basa (CAPAF), o pagamento da primeira parcela do Décimo Terceiro Salário 2017, ocorrerá no vindouro dia 02 de fevereiro. A boa notícia foi dada pelo meu amigo Walter Sirotheau, diretor da AABA, em sua página no Facebook.
Atualização às 11h23: o pagamento será dia 3 e não dia 2 de fevereiro.

Após chegada ao Brasil, Eike Batista é preso

O avião que trouxe de volta ao Brasil o empresário Eike Batista pousou na manhã desta segunda-feira, 30, no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão. A aeronave, que veio de Nova York, tocou o solo brasileiro às 9h54. O empresário foi escoltado por policias federais logo que desembarcou na pista do aeroporto. Eike não estava algemado, carregava apenas uma mala de mão.

O empresário está no Instituto Médico Legal, no Centro do Rio, onde passa por exame de corpo de delito. O ex-bilionário será conduzido em seguida para o Presídio Ary Franco, em Água Santa, segundo disse á reportagem uma pessoa ligada à investigação. O empresário deve prestar depoimento à Polícia Federal na terça-feira, 31

URGENTE: CÁRMEN LÚCIA HOMOLOGOU

A presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, homologou hoje (30) as 77 delações de executivos e ex-executivos da construtora Odebrecht. Agora, o material será encaminhado para a Procuradoria-Geral da Républica, que vai analisar os documentos para decidir sobre quais pontos irá pedir investigação.

Na sexta-feira (27), juízes auxiliares do gabinete do ministro Teori Zavascki concluíram as audiências com os 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht que fecharam acordo no âmbito da Operação Lava Jato. A homologação dá validade jurídica às delações.

Teori era relator da operação no tribunal. Com a morte do ministro, em um acidente de avião no último dia 19, a presidente do STF autorizou que os juízes auxiliares concluíssem os trabalhos.

Nas audiências com os executivos e ex-executivos da Odebrecht, os juízes perguntaram aos delatores se as informações foram prestadas nos depoimentos de livre e espontânea vontade, sem coação por parte dos investigadores.

De José Simão - Folha de SP

"Temer nomeia Rubinho Barrichello pra relator da Lava Jato". Oba! Vai homologar as delações em 2025! Lava Jato: ou Vai ou Racha ou Abafa! Abafa! E o Eikex Fudidex? Vai abrir outra empresa com X: XADREX! Ou XILINDREX! Deu propinex pro Cabral!

"Vereadora presa por roubar mil rolos de papel higiênico de instituições sociais". Que cagada! E como é o nome dela? Sandra KUbiaki!

Médium João de Deus visita Marisa Letícia na UTI do hospital

Montagem - o médium João de Deus e Marisa Letícia
João de Deus e Marisa
João de Deus, o mais celebrado médium do país, visitou ontem a ex-primeira-dama Marisa Letícia na UTI do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. O encontro estava previsto para ocorrer por volta das 16 horas, mas a pedido de Luiz Ignácio Lula da Silva, que queria estar presente, foi realizado no início da noite, por volta das 18h30.

Lula já se submeteu aos cuidados espirituais de João de Deus, em especial durante o tratamento contra um câncer de laringe, em 2011.

Metade dos ministros de Temer é de enrolados em escândalos. Um deles é Helder Barbalho

Dos 26 atuais ministros do presidente Michel Temer, 12 são réus, alvos de inquérito ou enrolados em algum escândalo. A acusação mais comum é a de improbidade administrativa, que atinge quatro deles: Eliseu Padilha (Casa Civil), Helder Barbalho (Integração), Gilberto Kassab (Ciência) e José Serra (Itamaraty). Os demais crimes envolvem corrupção, fraude de licitação, peculato e até falsidade ideológica. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Na delação, o ex-diretor da Odebrecht Cláudio Melo citou Moreira Franco e Bruno Araújo (Cidades). Outros citados já não são ministros.

Atribuíram “peculato” a Raul Jungmann (Defesa), mas a acusação já prescreveu. Ricardo Barros (Saúde) é acusado de fraudar licitação.

Maurício Quintella (Transportes) até foi condenado por desvio de merenda, e Marx Beltrão (Turismo) responde por falsidade ideológica.

A lista de enrolados não inclui os demitidos Romero Jucá, Henrique Alves, Geddel Lima, Fabiano Silveira, Fábio Medina e Marcelo Calero.

Delações sem fim, criminosos sem pena

Editorial - Estadão
O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, preso desde novembro passado, estuda pedir acordo de colaboração premiada. Ciente de que são bastante reduzidas suas chances de derrubar por meio de habeas corpus os três decretos de prisão expedidos contra ele, almeja melhorar sua situação dando informações relevantes para a elucidação de outros crimes e a responsabilização de outros criminosos. Cabral não é o primeiro caso nem parece que será o último. Volta e meia divulga-se, por exemplo, a disposição do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha de colaborar com a Justiça e assim ter reduzidas suas penas. Desde a instauração da Operação Lava Jato, o País assiste a um bom número de delações, feitas e outras tantas ainda em andamento. Agora, a delação mais esperada é a de Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empreiteira que leva o nome de sua família. Só nesse ramo da Lava Jato consta que haja 77 delações. 

Miss Universo é francesa

A francesa Iris Mittaenare foi eleita a Miss Universo 2016 em concurso realizado em Manila, nas Filipinas na madrugada desta segunda-feira (30). A haitiana Raquel Pélissier foi a segunda colocada, seguida pela colombiana Andrea Tovar. A brasileira Raissa Santana ficou entre as 13 melhores.

Mittenaere, de 24 anos de idade e 1,73 metro de altura, estudante de odontologia e modelo de Lille, se tornou a segunda francesa a ganhar o título, mais de seis décadas depois que sua compatriota Christiane Martel, em 1953.
Iris Mittaenare durante seu desfile no Miss Universo
Um grupo de concorrentes. Da esquerda para a direita: Rosalba Garcías, da República Dominicana; Barbara Filipovic, da Croácia; Christina Mikkelsen, da Dinamarca; Iris Mittenaere, da França; Erika Creque, das Ilhas Virgens Britânicas; Rebecca Rath, de Belize; Luísa Baptista, de Angola; e Raissa Santana, do Brasil. 

Eike embarca em NY de volta ao Rio; 'hora de ajudar a passar as coisas a limpo', diz

Um passeio por Santarém de antigamente (9)

Antigamente (anos 50/60), a diversão preferida dos santarenos era piquenique na bela praia Maria José, viajando em barcos alugados ou de propriedade de amigos. A algazarra, com muita comida e bebida começava geralmente por volta das 9 horas da manhã e o retorno acontecia no final da tarde. Nesta foto, enviada por um colaborador deste blog, consegui identificar apenas o Edenmar Machado (Machadinho), os meus manos Eros e Emir, Diorlando Pereira, Manoel (Nenê) da Costa Pereira, Isaac Lisboa, Carlos Serruya, Selma Cardoso, Zulma Mota e Noemia Serique. A garotinha no colo de uma participante do passeio é a Nazaré, filha do Nenê e professora Nilza.
 Em outro piquenique na mesma praia Maria José: Carlos Serruya, Diorlando Pereira, Wilson Chayb, Emir Bemerguy e Machadinho. O moleque (à direita), sou eu (Ercio). O barco que nos transportou foi o "Libano", do Nicolau Demetrio.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Vale a pena ler de novo: Os anjos de cara suja

Por Arnaldo Jabor
O carnaval de hoje parece uma calamidade pública, disputada pelo narcisismo oportunista de burgueses se despindo para aparecer na TV. O carnaval foi deixando de ser dos "foliões" para ser um espetáculo para os outros; o carnaval deixou de ser vivido para ser olhado.

Não há mais musicas de carnaval - notaram? Temos de recorrer às marchinhas e sambas do passado. Mas, quase não precisamos das canções, nessa época convulsa. Só há os corpos, as multidões enlouquecidas. Quando passam as baterias das escolas, quando uns garotos sambam no pé, ainda vislumbramos os traços de uma beleza antiga. Hoje há os corpos malhados, excessivamente nus, montanhas de bundas se exibindo em uma metáfora de liberdade, pois ninguém tem tanto tesão assim, ninguém é tão livre assim.

Carnaval sempre foi sexo - tudo bem - mas, antes, havia uma doce inibição no ar, havia a suave caretice, uma moralidade mínima, havia clima de amor romântico nos bailes.
Mais aqui >Os anjos de cara suja

Santarém terá ato em defesa de professora agredida

Alunos e profissionais da educação de Santarém, no oeste paraense, organizam um ato para a manhã desta segunda-feira (30), na Praça São Sebastião, em defesa de uma professora vítima de agressão no município. Segundo o Boletim de Ocorrência, ela foi espancada e torturada por pelo menos cinco pessoas da mesma família, em uma casa no bairro Urumari, no último dia 24 de janeiro.

Na tarde de quarta-feira (25), a vítima foi ouvida em depoimento na 16ª Seccional de Polícia Civil pelo delegado Herberth Farias Junior, que instaurou inquérito para apurar as acusações contra Marilza Serique, Samai Serique, Julio Navarro e Juscelino, todos da mesma família, por crimes de tortura, cárcere privado e lesões corporais.

A vítima relatou ter sofrido a tortura pelo não pagamento de uma dívida no valor de R$ 2 mil. Ela é casada com o sobrinho do marido de uma das agressoras. (Fonte: Jornal Diário do Pará)

ONGs e setor produtivo lançam em Belém Aliança pela Restauração da Amazônia

Em setembro de 2015, como contribuição aos esforços internacionais para reduzir o aquecimento global, o Brasil anunciou, entre outras metas, o compromisso de restaurar 12 milhões de hectares de florestas degradadas até 2030. No final do ano passado, o País aderiu a um desafio mundial de restauração de florestas, reforçando aquela meta, mas até agora não há muita indicação de como isso vai ser alcançado.

Pensando nisso, um grupo de ONGs ambientalistas e representantes do setor produtivo lançam nesta segunda-feira (30), em Belém, a Aliança pela Restauração da Amazônia com o objetivo de fazer essa roda começar a andar. A ideia é gerar inteligência para ganhar eficiência nos plantios de modo a reduzir o custo e ganhar escala.

Pelos cálculos do grupo, da meta de 12 milhões de hectares (mha), de 4,5 mha a 5 mha estão na Amazônia. Há estudos que indicam, no entanto, que o passivo da região é muito maior, de 8 mha. Mas em vez de restauração, o que se continua vendo na região é perda de vegetação. Os últimos dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) estimam que entre agosto de 2015 e julho de 2016 foram desmatados quase 8 mil km² (ou 800 mil hectares).

O resultado prático da aliança será uma plataforma na internet que possa ajudar a canalizar recursos e unir interessados em fazer a restauração com, por exemplo, produtores rurais que precisam ajustar os seus passivos ambientais (quem desmatou ilegalmente e precisa plantar para cumprir o Código Florestal).

Hoje existem experiências de reflorestamento no Brasil, mas são localizadas, em pequena escala e bastante caras. Estudo feito pelo Instituto Escolhas com base em projetos já existentes estimou que alcançar a meta total poderia custar entre R$ 31 bilhões e R$ 52 bilhões.

“O esforço para atingir isso requer uma lógica diferente dos projetos hoje existentes, que são dispersos. É preciso sair do varejo e criar uma inteligência para esses projetos dialogarem”, afirma Rodrigo Medeiros, vice-presidente da Conservação Internacional, ONG que está fazenda a secretaria executiva da aliança.

O plano é ter com o passar do tempo nesta plataforma um mapeamento da Amazônia apontando onde estão as melhores oportunidades, onde estão as sementes e os viveiros, onde plantar tem o menor custo. “Queremos aproximar quem tem terra com quem precisa restaurar com as organizações que já fazem esse tipo de projeto. Mostrar onde estão os maiores déficits de vegetação e onde é mais fácil promover uma regeneração natural com um simples cercamento da área”, explica. “É o tripé: oportunidade, necessidade e logística.”

Parte desses dados virá da transparência do Cadastro Ambiental Rural, hoje um dos motivos de batalha entre o agronegócio e o Ministério do Meio Ambiente. Por lei, as informações fornecidas pelos agricultores sobre suas propriedades têm de estar disponíveis, mas parte do setor tem pedido que isso não ocorra. “Uma das vantagens da transparência é justamente promover trabalhos como esse da aliança, que vai gerar oportunidades”, diz Medeiros.

Segundo Aurélio Padovezi, do World Resources Institute (WRI), organização que trabalha com projetos restauração e também vai compor a aliança, o projeto vai criar um espaço de diálogo entre os vários setores interessados na Amazônia.

“Hoje a região é visada para a expansão de commodities, para a exploração de madeira e de outros produtos da biodiversidade, como castanha, açaí. A aliança busca entender essas dinâmicas para descobrir como será possível acomodar a demanda da restauração em todos esses contextos”, afirma.

“Vamos agregar a inteligência territorial que esses setores já têm. Eles sabem melhor que ninguém onde é área de aptidão agrícola, onde é melhor restaurar, quais são as regiões que vão mais facilmente se regenerar naturalmente. Articular tudo isso para enxergar de fato onde estão as melhores possibilidade de fazer restauração”, complementa.

Neste primeiro momento, além da CI e do WRI, a aliança é composta por Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), Instituto Socioambiental (ISA), Embrapa, Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Amazônia Live/Rock in Rio, Amata e Grupo AFB (Agropecuária Fazenda Brasil). O Ministério do Meio Ambiente é parceiro da iniciativa.

Rock in Rio e o Xingu. Apesar de estar sendo lançada oficialmente somente nesta segunda, a aliança já começou a plantar árvores, em uma iniciativa de um evento que num primeiro momento nada parece ter a ver com árvores, o Rock in Rio. No ano passado eles lançaram o “Amazônia Live”, projeto socioambiental planejado para ocorrer em todas as edições do show até 2019.

Na ocasião eles anunciaram que plantariam 3 milhões de árvores (doadas em sua maioria pelo festival, pela CI e pelo Banco Mundial) e o plano de chegar a 4 milhões com doações. No site do Amazonia Live, qualquer pessoa pode plantar uma árvore pagando R$ 5,5. O plantio já está sendo realizado no Parque Indígena do Xingu.

Lá, o método utilizado é a chamada muvuca, uma mistura de sementes de diversas espécies coletadas por indígenas e moradores da região que participam da Rede de Sementes do Xingu, organizada pelo Instituto Socioambiental (ISA). Um dos objetivos da aliança é também valorizar esse tipo de trabalho, que hoje também ocorre em pequena escala, mas que é a primeira etapa dos projetos de restauração.

Por que o pássaro voou?

Por Eliane Cantanhêde - Estadão
Eike Batista viajou para Nova York no dia 24 de janeiro, a Polícia Federal foi comunicada da Operação “Eficiência” no dia 25 e toda a ação para prendê-lo foi no dia 26, dois dias depois da viagem. Tem ou não algo errado aí? Segundo investigadores experientes, houve uma falha indesculpável de monitoramento que resultou no “timing” errado. Sem descartar a hipótese de vazamento de informação para aquele que já foi o homem mais rico do Brasil.

O nome “Eficiência” foi uma referência à expertise da parceria de Eike com o então governador Sérgio Cabral para desviar dinheiro e espalhar pelo mundo. À competência da operação é que não poderia ser. Por que, raios, ninguém sabia que o cara havia saído do País dois dias antes?

Como diz o delegado aposentado Jorge Pontes, que fez curso no FBI e atuou na Interpol, a área de inteligência fervilha na véspera de operações como essa, com todo mundo agitado, gritando a toda hora: “O fulano continua em casa?”. “O beltrano subiu ou não para Petrópolis?”. A polícia acompanha os alvos, minuto a minuto, tanto fisicamente quanto por interceptações de telefone, por exemplo. Está no manual.

Eike Batista era o alvo principal, o amigão de presidentes da República, de governadores e particularmente de Sérgio Cabral, para quem teria despejado a bagatela de US$ 16,5 milhões em contas no exterior. Logo, era fundamental saber cada movimento do empresário, para evitar surpresa – e vexame. Aliás, um outro alvo também estava no exterior. Óbvio que a operação não poderia ser deflagrada.

A segunda hipótese, ainda mais constrangedora do que falha de monitoramento, é de que alguém abriu o bico para o passarinho voar para o exterior. Não seria impossível, já que (1) as seções mais vulneráveis da PF são, tradicionalmente, Rio, São Paulo e Foz do Iguaçu; (2) quem faz a segurança pessoal de Eike são, providencialmente, agentes da PF (aliás, dizem que nem sempre aposentados...); e (3) Eike é considerado um “corruptor inveterado”, que usa “os métodos mais agressivos” para corromper e cooptar pessoas.

Em autodefesa, a PF em Brasília diz que só soube da operação depois que Eike já tinha viajado, que sua única função foi executar o mandado de prisão e que a deflagração foi resultado de duas delações sem a presença de policiais. A batata quente está com o MP?

Com o fiasco da prisão de Eike, o jeito foi incluí-lo na “difusão vermelha” da Interpol. É uma questão de tempo, se é que ele já não está atrás das grades neste exato momento. Eram três alternativas: ele teria fugido para a Alemanha antes do alerta da Interpol, valendo-se do passaporte alemão; tentaria se esconder por mais tempo nos Estados Unidos mesmo; ou simplesmente se entregaria, com a condição de não ser jogado aos leões, ou criminosos comuns, por não ter diploma superior.

A opção mais óbvia era se entregar. Não ser extraditado pela Alemanha o livraria das cadeias medievais do Brasil, mas não garantiria impunidade (ele seria julgado lá). E, como diz o delegado Pontes, sumir no mundo não está fácil: “Acabou essa história de fuga planetária”, em que o sujeito vive um vidão e décadas depois vira herói de filme. Com o 11 de Setembro, multiplicaram-se as conexões entre polícias, procuradorias, governos. E não há um só cantinho do planeta em que um brasileiro munido de celular, internet e WhatsApp não saiba quem é o “marido da Luma de Oliveira”.

Assim, o destino de Eike está atrelado ao de Cabral: se ainda não está lá, logo deverá estar, desfrutando da boia de Bangu. O que faz da Operação “Eficiência” um sucesso, apesar dos erros, das disputas e, principalmente, da suspeita de que um dos “mocinhos” andou falando demais para o “bandido”. E não teria sido de graça...

Prefeito Zenaldo, faça o mesmo com os pichadores de Belém

Doze pessoas foram detidas por estarem fazendo pichação em São Paulo, na madrugada e começo da manhã de ontem (28). 
 
Na sexta-feira (27), a Prefeitura anunciou que vai processar 26 pessoas presas em flagrante em janeiro por pichar prédios e monumentos públicos.A gestão Doria vai pedir na Justiça o ressarcimento dos danos causados e o pagamento de multas. 
 
Na madrugada de sexta-feira, três pessoas foram presas em flagrante pichando muros da Avenida 23 de Maio. A Prefeitura vai solicitar ainda que a Justiça conceda liminares impondo multas em caso de reincidência. "As liminares visam impedir que os acusados voltem a praticar pichação. O recurso a tais ações será utilizado pela Prefeitura de São Paulo sempre que houver dano ao patrimônio público por pichação", diz a nota da administração municipal. A decisão tem como base a Lei Federal 7.347/85, sobre danos ao patrimônio público. Os processos criminais relativos aos crimes praticados pelos pichadores correrão paralelamente. Já a lei 12.408 diz no artigo 6º que "pichação é crime que prevê pena de 3 meses a um ano de prisão mais multa". Em caso de monumento ou imóvel tombado, a pena é maior e vai de 6 meses a um ano, mais multa.

Um passeio por Santarém de antigamente (8)

Eu ficaria muito feliz se nesse meu passeio cheio de saudade, pudesse encontrar e abraçar pessoas tão queridas como estas:
 Adalgiso Paixão
 Agapito Figueira
Conceição Gonçalves
 Dagomar, Lauri Von e Cazuzinha
 Elias Pinto
 Miriam, Liginha e Wilson Fona
 Madre Epifânia
 Dona Ninita Campos
 Osmar Simões
 Padre Manuel Albuquerque
 Albert Meschede
 Ubaldo Correa
José Fernando
José Serruya
 Dom Tiago Ryan
 Wilde Fonsêca
 Emir Bemerguy
Rosilda e Wilson Fonsêca

sábado, 28 de janeiro de 2017

Um passeio por Santarém de antigamente (7)

Neste meu nostálgico passeio, não poderia deixar de dar uma paradinha na Padaria Progresso para saborear um gostoso café com pão quentinho e jogar conversa fora com os meus amigos e bons portugueses, Silvio Santos (segundo à direita) e Cesar Ramalheiro (quarto à direita), proprietários do estabelecimento comercial situado na Travessa dos Mártires.
Dica: Clique na foto para aumentá-la

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Quem é ele?

Um teste para os "mocorongos" daqueles bons tempos: quem é o cidadão que aparece na foto ao lado do carro que ele, como bom "chofer de praça", utilizava para conduzir até ao antigo aeroporto de Santarém, passageiros dos voos da Panair do Brasil e Cruzeiro do Sul.

'Não falo nem sob tortura', diz Cármen Lúcia sobre delação da Odebrecht

Em meio à expectativa quanto à definição do novo relator dos processos da Operação Lava Jato, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, recusou-se a falar sobre as delações de 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht. Indagada se ela mesma poderia homologar os acordos, a ministra desconversou: “Sobre esse assunto eu não falo. Nem sob tortura.”

Em uma rápida conversa com repórteres, a ministra disse que não falou ontem com colegas da Corte sobre quem vai assumir a relatoria, que segue indefinida depois da morte de Teori Zavascki, na semana passada. “Hoje eu não conversei com ninguém, com nenhum dos ministros (sobre Lava Jato). Não sei de nada. Hoje tratei de liminares, não posso falar nada”, afirmou Cármen, que trabalha em regime de plantão durante o recesso do Judiciário, que vai até o dia 31 de janeiro. Questionada se a "barra estaria pesada" pelo STF, Cármen desabafou: "Nem me fale!"

Na quarta-feira, um juiz auxiliar do gabinete de Teori tomou depoimentos de oito executivos e ex-executivos e funcionários da empreiteira Odebrecht, em São Paulo. A retomada da Lava Jato na Corte foi determinada pela ministra Cármen Lúcia.

Como informou o Estado, advogados e ex-ministros de tribunais superiores, além de assessores do Supremo, ventilam o nome do ministro Edson Fachin como um magistrado de perfil discreto que poderia herdar a Lava Jato. Essa seria, segundo interlocutores, também uma vontade de Cármen Lúcia.

Cartão de Crédito: Consumidor poderá negociar modalidade mais barata

Para baixar os juros do cartão de crédito, o governo determinou aos bancos que até o dia 3 de abril limitem o uso do rotativo - linha usada pelo cliente que não paga o valor integral da fatura - por 30 dias. Pelas novas regras, os clientes poderão ficar no rotativo, que tem as maiores taxas do mercado, somente até a data da liquidação da próxima fatura. Se a dívida não for paga, ela terá de ser transferida para outra modalidade de crédito, como o parcelado no cartão, que possui custo menor.
A mudança já havia sido anunciada no fim do ano passado pelo presidente Michel Temer e pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, como uma das medidas da agenda positiva do governo, para impulsionar a economia. Nesta quinta-feira, 26, com a resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), foi dado o prazo até 3 de abril para os bancos colocá-la em prática.

A negociação sobre para qual linha a dívida do rotativo será transferida ficará a cargo dos bancos. A instituição pode automaticamente passar essa dívida para um crédito parcelado ou se apresentará ao cliente uma nova modalidade, desde que seja mais barata.
Atualmente, alguns bancos já oferecem aos clientes a possibilidade de migrar a dívida do rotativo para outras linhas com juros menores. Mas isso não é feito de maneira automática e depende de solicitação do cliente. Agora, depois de 30 dias no rotativo, os bancos têm de transferir o saldo que não foi pago para outra modalidade. “É uma operação de crédito e a decisão é facultada aos bancos”, disse o diretor de Regulação do Banco Central, Otavio Damaso, ao comentar a resolução do CMN.

Risco. Damaso lembrou que, atualmente, o crédito rotativo tem risco mais elevado que outras modalidades. Segundo ele, a metade da carteira do rotativo hoje são classificados com a letra E ou pior que E. A avaliação de risco vai de A a H, sendo que A é a melhor e H, a pior. “Isso gera requerimento de provisão da ordem de 50%. É um custo para as instituições, que se reflete nos juros”, comentou. No parcelado do cartão, de acordo com Damaso, a provisão para calote é menor, de 5%.

Esse risco maior nas operações com o rotativo faz com que, de acordo com o BC, as taxas de juros sejam mais elevadas. Dados divulgados pela instituição mostraram que o rotativo do cartão de crédito fechou 2016 com juros de 484,6% ao ano. Esta é a maior taxa da série histórica do Banco Central, iniciada em março de 2011. Na prática, significa que uma dívida de R$ 1 mil, depois de um ano, chega a cerca de R$ 5,8 mil. Em 2014, antes do início da recessão, a taxa do rotativo era de 331,6% ao ano. No parcelado do cartão de crédito, a taxa de juros estava em 153,8% no fim de 2016.

A expectativa do BC é de que, com a migração da dívida do rotativo para uma modalidade parcelada, a previsibilidade dos bancos aumente em relação a fluxo de caixa e, no limite, o risco de inadimplência da operação também caia. Isso pode se refletir nas taxas de juros. “Levar o cliente à inadimplência também é ruim para a instituição financeira”, disse Damaso. “É uma medida importante porque traz um componente de mitigação de risco. E isso será refletido (no juro). Nossa expectativa é que haja redução.”

Para a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços, a fixação do prazo de uso do rotativo para o máximo de 30 dias, aliada à disponibilidade automática de alternativas de financiamento, permitirá maior controle do consumidor e menor comprometimento da renda mensal. “Proporcionará assim, uma potencial redução da inadimplência e estimulará condições de mercado mais propícias para uma convergência da taxa de juros para patamares compatíveis com aqueles praticados no parcelamento da fatura”, destacou a instituição, em nota.

O presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli, classificou a mudança no rotativo como uma “contribuição efetiva” do sistema financeiro para ajudar o Brasil a ingressar em um ciclo de crescimento. Para o Itaú Unibanco, a medida do CMN é “benéfica para o setor de cartões e para a economia”. Já o Bradesco afirmou, por meio de nota, que a medida vai estimular a utilização adequada de linhas emergenciais, como o rotativo. “É um avanço que trará eficiência nas relações com os consumidores.”

Juro do rotativo do cartão de crédito sobe para 484,6% ao ano e bate novo recorde
O juro médio total cobrado no rotativo do cartão de crédito subiu 2,4 pontos porcentuais de novembro para dezembro do ano passado, informou o Banco Central. Com a alta na margem, a taxa passou de 482,2% ao ano em novembro para 484,6% ao ano em dezembro. Esta é a maior taxa da série histórica do BC para o rotativo do cartão de crédito, iniciada em março de 2011. Um ano antes, o juro da modalidade era 53,2 pontos porcentuais menor (431,4%).

O juro do rotativo é a taxa mais elevada desse segmento e também a mais alta entre todas as avaliadas pelo BC, batendo até mesmo a do cheque especial. A taxa desta última caiu de 330,6% para 328,6% ao ano na comparação mensal.

No caso do parcelado, ainda dentro de cartão de crédito, o juro caiu 1,6 ponto porcentual de novembro para dezembro, passando de 155,4% ao ano para 153,8% ao ano.

"Ninguém deseja ser relator da Lava Jato", diz Gilmar mendes

O ministro do STF (Superior Tribunal Federal), Gilmar Mendes, que não foi visto no funeral
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes afirmou ontem (26) que "ninguém deseja ser relator da Lava Jato" porque isso "tumultua a vida de todos".

"Evidentemente, qualquer um que for designado relator terá que assumir. Não se pode dizer que lá não está. Apenas isso. [Mas] Acho que ninguém deseja ser relator da Lava Jato", afirmou, após uma palestra em São Paulo.

A declaração foi dada um dia depois de o ministro ter dito que, se fosse nomeado relator, atuaria com "mesma naturalidade que decide todos os processos".

Segundo o magistrado, o próprio ministro Teori Zavascki, morto em acidente aéreo na quinta (19), que relatava o caso, dizia não gostou de ter assumido a tarefa.

"A rigor, isso tumultua a vida de todos e desorganiza por completo o gabinete, que passa a ser concentrado nesse tipo de matéria", afirmou Mendes.

Ele não quis opinar sobre como a presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, deve redistribuir a relatoria. Mendes também evitou falar sobre a nomeação de um substituto para o cargo de Zavascki.

Questionado sobre texto escrito pelo candidato mais cotado ao posto, o presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho), Ives Gandra Filho, o ministro do Supremo afirmou que "vai ter polêmica sobre qualquer candidato". "Sempre foi assim, em tese. Isso permite que se faça uma boa seleção".

Em artigo de 2012, Gandra Filho havia dito que "a mulher deve obedecer e ser submissa ao marido" e "casais homoafetivos não devem ter os mesmos direitos dos heterossexuais; isso deturpa o conceito de família".

O presidente do TST divulgou nota contestando reportagens sobre artigo e dizendo que os textos descontextualizam sua obra jurídica.

Na nota, Martins Filho diz não ter "postura nem homofóbica, nem machista". "Diante de notícias veiculadas pela imprensa, descontextualizando quatro parágrafos de obra jurídica de minha lavra, venho esclarecer não ter postura nem homofóbica, nem machista", diz.

O presidente do TST afirma deixar claro no artigo, de 70 páginas, "que as pessoas homossexuais devem ser respeitadas em sua orientação e ter seus direitos garantidos, ainda que não sob a modalidade de matrimônio para sua união".

No artigo de 2012, Gandra Filho escreveu ainda: "Além disso, das uniões homoafetivas, derivam direitos que devem ser tutelados pelo Estado, conforme antes mesmo da decisão proferida pelo STF já vinha ocorrendo, mormente em questões patrimoniais."

ELEIÇÕES
- Durante sua palestra, Gilmar Mendes, que também é presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), criticou a reforma eleitoral que aboliu o financiamento privado de campanhas e a redação da lei da Ficha Limpa - voltou a repetir que ela parecia ter sido escrita por um bêbado.

Conhecido por ser crítico ao PT, também reclamou da postura do ex-presidente Lula nas eleições de 2010 - segundo ele, "inaugurava até poste" para promover a então chefe da Casa Civil Dilma Rousseff.

Indagado pelo mediador do evento sobre a politização do STF, ele disse que a Corte também tem um papel político, embora não seja partidário. "O presidente do Supremo tem uma função política exemplar", disse.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Um passeio por Santarém de antigamente (6)

 O Caisinho, onde morei por muitos anos, vizinho da família do Joaquim da Costa Pereira
 Joguei muita bola neste campinho no Ginásio Dom Amando
 Reformaram a Praça do Mirante, mas o busto do Frei Ambrosio sumiu. Onde estará?
Neste bangalô, descaracterizado totalmente, morava a família do casal Almerindo (Elza) Ferreira, na Rua Siqueira Campos.

Polêmica envolve exploração de ouro nas margens da usina de Belo Monte

Estadão
O governo do Pará está prestes a autorizar o início da operação de um projeto bilionário para explorar ouro nas bordas da barragem da Hidrelétrica de Belo Monte, ignorando a conclusão de parecer técnico da Fundação Nacional do Índio (Funai), que não aprova o licenciamento da mineração por conta de falhas nos estudos de impacto às comunidades indígenas. Pessoas que acompanham o processo dizem que a autorização sairá nos próximos dias.

Para a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) do Pará, órgão que é responsável pelo licenciamento do projeto, não há mais nada o que discutir sobre questões indígenas. A empresa canadense Belo Sun, dona do empreendimento batizado como Projeto Volta Grande, que pretende ser o “maior programa de exploração de ouro do Brasil”, já teria apresentado ao governador do Pará, Simão Jatene, todos os dados relacionados ao assunto e discutido seus efeitos sobre o meio ambiente e as comunidades locais.

Não é o que diz, porém, a Funai. Questionado pelo Estado, o órgão federal reafirmou o posicionamento apontado por um relatório técnico que realizou no fim do ano passado, com base em informações apresentadas pela Belo Sun.

A conclusão é que o estudo que trata do licenciamento ambiental “foi considerado inapto à apresentação para as comunidades indígenas”, por não atender a critérios básicos exigidos pela autarquia. A Funai afirma que não há nem sequer “dados primários” sobre as duas terras indígenas mais próximas ao local onde se pretende extrair ouro, no município de Senador José Porfírio, na orla do Rio Xingu.

A despeito dos riscos e de impactos ao meio ambiente ou aos índios, o governo paraense está de olho mesmo é nos números do projeto. A Belo Sun, controlada pelo grupo Forbes & Manhattan, um banco de capital privado que investe em projetos de mineração mundo afora, promete injetar R$ 1,2 bilhão na região. Com explosões de dinamites, tem planos de arrancar 4,6 mil quilos de ouro por ano do subsolo do Xingu. E isso durante duas décadas, o que coloca seu projeto no nível das maiores explorações de ouro do País, como a da mina subterrânea de Crixás, em Goiás, com produção anual de 6 toneladas.

Para se ter uma dimensão do projeto, dados oficias dão conta de que, nos anos 80, foram retiradas do maior garimpo a céu aberto do mundo, Serra Pelada, no Pará, 30 toneladas de ouro.

Contas. O governo do Pará fez suas contas. Seriam 2.600 empregos diretos e arrecadação de R$ 60 milhões por ano em royalties da mineração por 12 anos. Em impostos, os cálculos chegam a R$ 132 milhões durante a fase de implantação e mais R$ 55 milhões anuais quando a operação estiver a plena carga.

Os números não conseguem ofuscar, porém, a polêmica que gira em torno do projeto, que enfrenta resistências até da própria Norte Energia, concessionária que administra a Hidrelétrica de Belo Monte. Movimentos indígenas e ambientais, além de o Ministério Público Federal, criticam a proximidade da mineração, que prevê a remoção de nada menos que 37,80 milhões de toneladas de minério da área próxima à barragem de Belo Monte.

A mineração ocorreria abaixo do eixo da barragem, numa área conhecida como Volta Grande do Xingu. Por conta do acúmulo de água no reservatório da usina, esse trecho do rio, que tem aproximadamente 100 km de extensão, passou a ficar permanentemente com uma vazão mínima de água. É justamente nessa área que vivem diversas comunidades indígenas. A preocupação é de que a exploração mineral possa potenciar ainda mais os problemas que essa região já enfrenta.

Por meio de nota, o secretário adjunto de gestão e regularidade ambiental do Pará, Thales Belo, afirmou que todas as comunidades indígenas da região vivem acima do raio de 10 quilômetros do projeto, parâmetro legal usado para estabelecer quando um empreendimento tem “impacto direto” sobre as terras indígenas. De acordo com o governo do Pará, as comunidades indígenas estão a 12 e 16 quilômetros do local de atuação da empresa.

A Belo Sun não respondeu ao pedido de entrevista. Em sua página na internet, com conteúdo apenas em inglês, a empresa convida investidores para entrar em negócio com “tremendous” potencial no Brasil. Há cinco anos, os canadenses tentam liberar a exploração. O projeto já conseguiu obter sua licença prévia da Semas, documento que garante a viabilidade ambiental da exploração. Em abril do ano passado, o governo do Pará chegou a anunciar uma cerimônia na qual a licença seria emitida. Porém, o anúncio foi adiado após alguns dias.

Questionamento. O processo de licenciamento ambiental do projeto Volta Grande será mais uma vez questionado pelo Ministério Público Federal (MPF) em Altamira e pela Defensoria Pública da União (DPU). Para o MPF, a etapa de esclarecimento e realizações de audiências públicas não foi cumprida, além de não ter sido analisado o efeito sinérgico da mineração e da hidrelétrica de Belo Monte sobre a região. É o mesmo entendimento apresentado pela DPU.

“Vamos ajuizar uma ação na Justiça Federal de Altamira e pedir ao juiz que determine a paralisação do processo de licenciamento”, diz Francisco de Assis Nóbrega, defensor público e secretário-geral da articulação institucional da DPU.

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) do Pará confirmou à reportagem que já recebeu todos os “documentos, programas e projetos que se entenderam necessários para a análise” do licenciamento da Belo Sun.

“Nós não temos como afirmar se todos os esclarecimentos necessários foram feitos para a emissão de licença de instalação, até porque é um processo que ainda está sob análise técnica”, declarou o secretário adjunto da Semas, Thales Belo. No dia 12 de janeiro, a secretaria realizou “oficinas com as comunidades” do município de Senador José Porfírio (PA) para “qualificar os programas e projetos que foram apresentados”.

Por meio de nota, o Ministério do Meio Ambiente afirmou que “tem acompanhado o projeto Volta Grande, no Pará”, mas não detalhou o que isso significa. Segundo o MMA, não é função sua ou do Ibama licenciar o projeto, porque “esse empreendimento não se enquadra nas hipóteses previstas de licenciamento do governo federal”.

Governo do Pará paga servidores a partir desta quinta-feira (26)

Os funcionários públicos estaduais, da administração direta e indireta, começam a receber os salários de janeiro a partir desta quinta-feira, 26. 

Confira o calendário de pagamento:
Dia 26/ 01 - (Quinta-feira) - Inativos civis e militares, pensionistas civis e militares e pensionistas especiais da Sead
Dia 27/01 - (Sexta-feira) - Auditoria Geral, Casa Civil, Casa Militar, Defensoria Pública, Gabinete da Vice-governadoria, Procuradoria Geral, Sedap, Sectet, Sead, Sefa, Seplan, Semas, Secult, Seel, Sedeme, Sejudh, Sedop, Sespa, Seaster, Setran, Secom e Setur, NGTM, NEPMV, NGPR e NAC.
Dia 30/01 (Segunda-feira) - Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Militar, Segup, Adepará, Arcon, Asipag, Codec, Ceasa, Cohab, CPC Renato Chaves, Detran, EGPA, Emater, FCG, FCP, Fasepa, Funtelpa, Fapespa, Hospital de Clínicas, Hospital Ophir Loyola, Hemopa, Imetropará, Iasep, Igeprev, Imprensa Oficial do Estado, Iterpa, Jucepa, Prodepa, Santa Casa, Susipe, Uepa, Ideflor-Bio, CPH e Fundação Pro Paz.
Dia 31/01 (Terça-feira) – Seduc (capital e interior).
 
Pagamento do Salário Mínimo - Nos contracheques de janeiro/2017, serão beneficiados 3800 servidores ativos e inativos com o abono complementar relativo à diferença do salário mínimo, no valor total de 330 mil de acréscimo na folha de pagamento. O reajuste do salário mínimo de 6,47% foi aplicado no total da remuneração dos servidores que recebem a título de remuneração abaixo de R$ 937,00, valor do novo salário mínimo a partir de 1º de janeiro/2017.

Determinação -
Destaca-se que essa forma de pagamento do salário mínimo atendeu a determinação publicada no acórdão nº 54763 de 26 de maio de 2015 e do acórdão nº 54785 de 28 de maio de 2015, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), em cumprimento ao entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), através da súmula vinculante 16, que esclarece que a remuneração total (vencimento mais as gratificações) do servidor público não pode ser inferior ao valor do salário mínimo. Já a súmula vinculante 15/2009 estabelece que o cálculo de gratificações e outras vantagens não incidem sobre o abono para se atingir o salário mínimo do servidor público. Portanto, segundo o entendimento dos órgãos de controle das contas públicas, o reajuste do salário mínimo não implica em aumento automático do vencimento base e das gratificações pois, de acordo com o artigo 37, inciso XIII da constituição federal é vedada a vinculação ou equiparação do salário mínimo para qualquer fim. Portanto, o reajuste automático é considerado vinculação e o Governo do Estado cumpre determinação legal quanto à forma de pagamento do Salário Mínimo. 

Impunidade: Isto é Brasil!

Ex-prefeito acusado de pedofilia tem pena de 11 anos de prisão extinta
Acusado de chefiar uma rede que explorava sexualmente meninas de 9 a 15 anos, conforme mostrou série de reportagem do Fantástico em 2014, o ex-prefeito de Coari (AM) Adail Pinheiro (foto) recebe indulto natalino, ganha liberdade e se livra de processo.

Condenado a 11 anos de prisão por exploração sexual de crianças e adolescentes, o ex-prefeito de Coari (AM) Adail Pinheiro recebeu indulto e teve sua pena extinta quarta-feira (24). Com isso, o político acusado de chefiar uma rede que explorava sexualmente meninas de 9 a 15 anos, conforme mostrou série de reportagem do Fantástico em 2014, ganhará liberdade e se livrará das acusações.

A decisão que o beneficiou foi tomada pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), com base em parecer favorável do Ministério Público estadual, que concluiu que Adail se encaixava nos requisitos do perdão presidencial, definido em decreto assinado no final de 2016 pelo presidente Michel Temer. O ex-prefeito cumpria pena em regime domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica.

O decreto presidencial prevê o indulto a condenados em crimes praticados sem grave ameaça ou violência à pessoa e quando a pena não for superior a 12 anos de prisão. O preso, no entanto, precisa ter cumprido um quarto da pena, se não for reincidente, ou um terço, se tiver reincidido em crime.

A sentença foi assinada pelo juiz da Vara de Execuções Penais (VEP), Luís Carlos Valois, que alega ter analisado apenas a conformidade do parecer do Ministério Público com o decreto presidencial do indulto.

“A pena aplicada e o período de pena cumprido, somados à ausência de infração disciplinar (requisito subjetivo disciplinado no art.9º do mesmo decreto) indicam que realmente o apenado preenche os requisitos do decreto, na forma do que já foi esclarecido nos autos, nesta decisão e no parecer do Ministério Público”, escreveu Valois na decisão em que determina a soltura do político.

Celular na cadeia - Adail foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Amazonas, em novembro de 2014, a 11 anos e 10 meses de prisão em regime fechado por exploração sexual de crianças e adolescentes. Ele já estava preso preventivamente à época em processo que apura outros casos de pedofilia. Em novembro do ano passado, passou a cumprir a pena em prisão domiciliar.

Embora a decisão que o livrou da pena ateste seu bom comportamento, em julho de 2016 uma revista na cela onde Adail estava preso com outros dois ex-prefeitos encontrou três aparelhos celulares, dois carregadores e R$ 100. O político já havia sido preso, em 2008, por suspeita de desviar R$ 40 milhões dos cofres públicos, na Operação Vorax, da Polícia Federal.

A família do ex-prefeito ainda exerce forte poder político em Coari, cidade de 77 mil habitantes localizada às margens do Rio Solimões. O filho dele, Adail Junior foi eleito prefeito no ano passado. A vice, Mayara Pinheiro, também é filha dele. Jeany Pinheiro, a vereadora mais votada, é irmã de Adail. Um sobrinho dele também é vereador, segundo o jornal A Crítica, de Manaus.

Uma série de reportagens do Fantástico mostrou, no início de 2013, depoimento de adolescentes e familiares, além de outras testemunhas, que apontavam Adail como chefe de uma quadrilha que explorava sexualmente meninas de 9 a 15 anos. “Eu tinha 9 anos. E a minha mãe cozinhava no barco. Eu ficava lá brincando, enquanto minha mãe estava trabalhando. Ele me estuprou dentro do barco mesmo, entendeu. Eu fiquei muito apavorada, com vergonha, nunca consegui colocar isso para fora. Hoje em dia, ele quer a minha filha”, contou uma vítima. “Ela tem 11 anos, então ele está destruindo a minha vida inteira, porque aconteceu comigo, aconteceu com o meu sangue e agora ele quer a minha filha. É monstruoso demais”, acrescentou.

Querem nos transformar num povo de marionetes

Por Paulo Moreira Leite, jornalista e escritor
No grotesco teatro de marionetes sem voto popular em que se transformou a política brasileira, a disputa em torno da herança de Teori Zavaski tornou-se acima de tudo uma guerra aberta pelo poder.

Uma semana depois que Elio Gáspari escreveu o artigo "Carmen Lucia, Presidente", traduzindo com palavras sóbrias um conjunto de adjetivos deslumbrados que já escapavam pela boca de apresentadores da TV Globo, a presidente do STF encontra-se a caminho de assumir o controle real dos poderes da República e tomar decisões cruciais para o presente e o futuro dos brasileiros.

Talvez não seja possível nem conveniente quebrar todos os rituais e instalar a presidente do STF na cadeira de Michel Temer, como vinha sendo sugerido. Os riscos são muitos e todo cuidado seria pouco numa conjuntura em que a prioridade é preservar a oportunidade única de avanço de um pacote de reformas reacionárias em marcha acelerada pelo Congresso, coisa que Temer tem sido capaz de encaminhar sem hesitações nem escrúpulos de consciência. A aparição da candidatura de Yves Gandra para a vaga de Teori no STF demonstra até onde pode ir o esforço de Temer para manter-se agarrado ao poder.
Mais aqui >Querem nos transformar num povo de marionetes

Trump muda as cortinas do Salão Oval, que agora são douradas e brilhantes

 
O Salão Oval, nos tempos de Obama (acima) e agora                     
Donald Trump já providenciou a mudança das cortinas do Salão Oval, o escritório de onde ele despacha na Casa Branca. Do tom marrom e sóbrio dos anos de Barack Obama, as cortinas agora são douradas e brilhantes, e bem ao gosto do bilionário.

Apaixonado por tudo que lembra ouro, Trump também fez questão de que seu apartamento na Trump Tower, em Nova York, fosse decorado em tons de dourado, assim como o avião particular dele – um Boeing 757-200 – e seu helicóptero privado, um Sikorsky S-76, nesse caso com boa parte do interior da aeronave revestido em ouro 24 quilates. Em tempo: cada novo presidente americano dispõe de um orçamento de US$ 100 mil (R$ 316,5 mil) para adaptar a Casa Branca ao seu gosto. Nesses casos, as reformas são geralmente conduzidas pela primeira-dama. Melania Trump, aliás, já trabalha com um time de arquitetos e decoradores e mais mudanças deverão ocorrer nos próximos dias.

No "Diário do Poder" - Claudio Humberto

Velhos oportunistas
Em ação tão oportunista quanto mórbida, o PT prepara campanha junto à militância para atribuir o eventual falecimento da mulher de Lula ao juiz Sérgio Moro, ao PSDB e à Operação Lava Jato, nesta ordem.
Velhos malandros
Paulo Okamoto, espécie de porta-voz de Lula no Sírio Libanês, disse que a tensão da Lava Jato provocou o AVC de Marisa Letícia. São uns malandros. Há 14 anos ela teve um aneurisma, que era acompanhado clinicamente. Agora estourou. Aconteceria de qualquer maneira. 

TV - O Império da Mentira

Por Ipojuca Pontes, autor, jornalista, cineasta e escritor brasileiro.
O Grande Inquisidor - personagem de Dostoiévski que condenou Jesus Cristo à fogueira quando do seu retorno ao mundo, na Idade Média - proclamou o Milagre, o Mistério e a Autoridade como elementos fundamentais para subjugação da consciência humana. Cardeal de Sevilha, na qualidade de jesuíta, considerava o conceito de liberdade disseminado por Cristo uma carga por demais pesada a ser suportada pelos seres humanos. No entender do jesuíta, os homens seriam felizes se conduzidos como rebanho, longe do ônus do livre arbítrio que traria consigo sofrimento e dor.

Bem observado, a exploração da tríade evocada pelo Grande Inquisidor se encaixa à perfeição como lei básica a reger a televisão, em nossos dias o mais formidável instrumento de lavagem cerebral criado para domesticar os indivíduos. A rigor, há décadas a TV vem avassalando as massas.

De fato, tal qual um vírus letal, tanto nas chamadas democracias liberais quanto nos regimes totalitários, a onipresente TV se infiltrou no âmago humano e se impôs, em tom de farsa, como pretenso Portal da Verdade.

Na dura realidade, gerações inteiras só tomam conhecimento dos fatos manipulados pela ótica da TV, outrora considerada uma “máquina de fazer doido”, sem perceber que ela estabeleceu, em escala planetária, o Império da Mentira. 

Falta coragem

Por Carlos Chagas, jornalista
John Maynard Keynes deixou diversas lições sobre economia, mas uma se destaca pelo ineditismo: “quem é capaz de melhorar a economia de uma nação tem a probabilidade inversamente proporcional de cuidar bem das próprias finanças”.

Tomando-se a opinião como verdadeira, conclui-se que Michel Temer está milionário, porque mesmo auxiliado por Henrique Meirelles, o Brasil vai de mal a pior. Os governadores, então, nem se fala. Seus estados estão em frangalhos.

Não se trata de encontrar homens providenciais, magos ou feiticeiros para consertar a economia. Seria o caso de inverter a equação. O maior mal que assola o país é o desemprego. No final deste ano serão 13 milhões de cidadãos sem emprego, computados apenas os que já trabalharam e hoje se encontram de mãos abanando.

Franklin Roosevelt encontrou a saída para tirar os Estados Unidos do brejo: criou fontes públicas de trabalho, aos milhões. Também mobilizou as empresas privadas. Empreendeu a marcha para o interior, ampliando o crédito. E acreditou, acima de tudo. Deu certo, apesar dos sacrifícios.

Não seria um bom começo o governo enquadrar e intervir nas empreiteiras? Só o produto da corrupção e da roubalheira serviria para injetar ânimo na massa abandonada. Qualquer parte do território nacional presta-se a programas de construção de habitações, de preferência populares. Planos não faltam, ou pelo menos podem ser desenvolvidos. Falta coragem.

Absurdo! É preciso aplicar a Lei Maria da Penha.

Tristeza: Morre ex-prefeito de Santarém

Filho de Inácio Ubirajara Bentes de Souza e de Ana Maria Campos de Souza, o ex-prefeito de Santarém, Ronaldo Campos de Souza, faleceu na madrugada desta quinta-feira (26) em sua terra natal, aos 75 anos de idade. Político filiado ao PMDB, Ronaldo foi vereador da Câmara Municipal de Santarém em 1962, 1970 e 1972; deputado estadual (1974 e 1978); deputado federal (1962), prefeito de Santarém (1985); presidente da Companhia de Docas do Pará (1989/90); assessor de Jader Barbalho no Governo do Pará, de Hélio Gueiros na Prefeitura de Belém e de Lira Maia na Prefeitura de Santarém.
Tive o prazer de desfrutar da amizade deste benquisto mocorongo. Aos seus familiares, transmito as minhas sinceras condolências.
1985 - Ronaldo, entrevistado por jornalistas em seu gabinete de trabalho na Prefeitura de Santarém
Última foto de Ronaldo, tirada por seu filho Juscelino, terça-feira (24)