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segunda-feira, 19 de junho de 2017

No "Diário do Poder" - Claudio Humberto

Brasil: partidos recebem 60% mais que na França
O Fundo Partidário já distribuiu mais de R$ 2,1 bilhões aos 35 partidos brasileiros desde que os eleitos no pleito de 2014 tomaram posse. Em 2015, o valor distribuído aos partidos chegou a R$ 8,45 por voto obtido nas urnas ou 60% mais que os € 1,42 (R$5,26) pagos na França, berço da democracia moderna. A principal diferença, porém, não é o valor, mas os requisitos de desempenho eleitoral para pôr a mão na grana. 

Na França, os partidos precisam ter 1% dos votos em 50 circunscrições para receberem dinheiro e mais € 37 mil/ano (R$137 mil) por deputado. Por aqui, antes mesmo de disputar uma eleição os partidos já recebem, mas a divisão é de acordo com a bancada na Câmara dos Deputados.

Campeões nas urnas, em 2014, PT, PSDB e PMDB embolsaram mais de R$ 636 milhões do Fundo, quase o orçamento do STF para 2017. Criados depois de 2014 e, portanto, sem eleger sequer um deputado, Rede, PMB e Novo receberam R$ 10,6 milhões desde a fundação.
Deputados encurtam mais uma semana de trabalho
Após o feriadão de Corpus Christi, dia 15, encurtar a semana passada à metade, deputados federais não pensam em voltar ao trabalho esta semana e já organizaram outra folga: dessa vez a desculpa são as festas juninas. Nesta segunda, a Câmara não vai cobrar presença dos parlamentares. Na terça, a sessão está marcada para começar 11h30, mas se não houver quórum até meio-dia, será dada por encerrada.
Meio-expediente
Quarta-feira, o “expediente” da Câmara será até às 15h para dar tempo de deputados pegarem um voo mais cedo e aproveitarem a festança.
Órgão fantasma
Com o fim dos trabalhos previstos para a 4ª-feira, a Câmara já ficará às moscas 5ª e 6ª-feira porque, como na 2ª, não se cobrará o ponto.
Na nossa conta
Vale lembrar: sai do bolso do contribuinte o dinheiro para bancar as passagens aéreas e gastos acessórios do vai e vem de deputados.
Custo do Congresso
O Congresso, que inclui apenas a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, custam ao contribuinte brasileiro mais de R$ 9 bilhões por ano com a folha de pessoal e a previdência de servidores, segundo o Siafi.
Custo do Judiciário
Composto pelo Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça, Justiça Federal, Militar, Eleitoral, do Trabalho do Distrito Federal e o Conselho Nacional de Justiça, a folha de pessoal do Judiciário custa mais de R$ 38,6 bilhões por ano ao contribuinte brasileiro.

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